Segunda e última chance para o Amarok2

0

No post anterior falei sobre o uso do Amarok para administrar podcasts no Linux. Estou usando o Amarok 1.4, mas o novo padrão no Ubuntu (e qualquer distro com KDE4) é a versão 2.X.
Recentemente foi lançada a versão 2.1. Já havia tentado a 2.0 sem sucesso. Além de não importar as playlists antigas corretamente, não reconhecia os feeds cadastrados na versão anterior (meus Podcasts! Não!) e não era muito claro quanto à forma de conversar com os tocadores mp3 ou mídias externas.
Na versão nova, apesar de algumas melhorias de acabamento na interface, esses problemas continuam. Ele simplesmente não é intuitivo e é pouco prático. E não resgata os feeds! Resultado, voltei para o Amarok 1.4.
No processo, descobri também (e para meu desespero) que o procedimento anterior para instalação do Amarok 1.4 não funciona mais.Os repositórios mudaram. Buscando entre os links do ubuntu.org e do ppa.launchpad.net, achei o caminho:

Desistale o amarok2.X com sudo apt-get remove amarok

Edite os repositórios em /etc/apt/sources.list acrescentando:

deb http://ppa.launchpad.net/bogdanb/amarok14/ubuntu jaunty main
deb-src http://ppa.launchpad.net/bogdanb/amarok14/ubuntu jaunty main

Adicione a chave GPG do repositório com
sudo apt-key adv --recv-keys --keyserver keyserver.ubuntu.com \
0x1d7e9dd033e89ba781e32a24b9f1c432ae74ae63

Faça um sudo apt-get update

E instale com sudo apt-get install amarok14

Pronto. De volta ao bom e velho Amarok 🙂

Crédito para o autor da “regressão” salvadora, o Bogdan Butnaru
https://launchpad.net/~bogdanb/+archive/amarok14

Controle remoto bluetooth para Linux com o Palm Centro

0

Com uma TV de telona na sala, com entrada VGA para micro, gastei um tempo procurando uma forma de arranjar um controle remoto para o notebook. Afinal, é pouco prático dar pausa, avançar ou retroceder quando se tem que levantar, ir até o note, às vezes tirar do modo tela-cheia, usar duas ou mais teclas de atalho etc. Além disso, vez ou outra uso o note em apresentações e já tinha sido enfeitiçado pela mágica de usar um celular bluetooth como auxiliar nesta situação.
No início era um SonyEricsson z530. Uma mão na roda, já que o modesto aparelhinho vem com um aplicativo nativo que simula perfis de hardware denominados “hid” (humam interface devices – ou dispositivos de interface humana). E em vários sites encontrei diferentes layouts hid que se ajustavam bem à maioria dos aplicativos que uso. Quando não encontrava, sempre havia a possibilidade de usar um layout genérico de teclado.
Com o a1200 da Motorola que o seguiu, consegui a mesma eficiência usando o opensource AnyRemote (e a interface Kanyremote, para KDE), que interage com uma aplicaçãozinha J2ME (java para celulares) no aparelho.
No começo deu um pouco de trabalho conseguir uma conexão com o notebook, mas encontradas as particularidades de endereçamento e portas (neste caso, o “canal” bluetooth), a dupla funcionou perfeitamente. O bacana dessa solução é que além de muitos perfis prontos para uso, não há necessidade de carregar diferentes layouts de tela para o controle remoto no celular. O programa no computador se encarrega de mandar o layout dos botões conforme a aplicação em uso.
Agora, no Palm Centro, ainda não descobri como, ou SE, é possivel usar a parte celular (j2me) no telefone. Mesmo com a máquina virtual java da IBM no Centro, o aplicativo roda mas não se conecta ao computador.
Eis que então encontrei o palmBTremote. Um script em Perl rodando no computador e um pequeno programa no Palm permitem o acesso remoto ao micro.
Embora trabalhe com o mesmo sistema de perfis, estes estão embutidos no próprio cliente para palm e são bem poucos; apenas para Totem, MythTV e Rythmbox. Mas dois perfis genéricos, para mouse e teclado, resolvem a maioria das demais situções.
A instalação é bem simples: com as bibliotecas Perl instaladas em qualquer distribuição linux, basta rodar o script palmBTremote-linux.pl no computador alvo e abrir o palmBTremote.prc no Palm. E usar o micro/note no datashow, ou como DVD-Player, ou melhor ainda, como BlueRay player.
Um detalhe importante é que é preciso ter o pacote xautomation e a biblioteca libnet-bluetooth-perl instalados em sua distribuição linux favorida. Ao menos no Ubuntu eles não estão instalados por padrão. Mas nada que um apt-get install não resolva rapidinho 🙂

Ouvindo (e administrando) podcasts com o Linux

0

No último ano e meio, até abril último, precisei encarar diariamente o trânsito maluco de São Paulo. No mínimo uma hora de ida, outra de volta. Foi neste período que converti-me num dependente de podcasts. Sobre todos os assuntos. Virei fã e ouvinte assíduo do ótimo (e “[i]hors concours[/i]”) Nerdcast, do NowCafé, Viver Digital, RapaduraCast, Guanacast, Papotech, Vladimir Campos PodCast, o Escriba Café apenas prá citar alguns…

E eventualmente encontrando na net postagens e tutoriais que falam sobre formas de acompanhar podcasts, é impossível não reparar a quase unanimidade que é o iTunes nas recomendações. Também, pudera: o iPod é referência como tocador, e emprestou nome até para o termo “Podcast”. Mas é fato que há várias ferramentas prá fazer isso, e pode-se destinar desde um mp3 player genérico até outro tipo de tocador. Mais complicado ainda quando se trata de conseguir fazer isso no Linux. Ou não…

No meu caso, inicialmente ouvia pelo tocador de CD/MP3 do carro, usando um pendrive na entrada usb ou o um cartão de memória SD no slot que também acompanha o player automotivo. (Não, nada de tocador caro e de marca: um modelo genérico, realmente muito barato, e ainda comprado em suaves prestações num grande hipermercado. Até bluetooth para falar no celular por viva voz ele tem, e saiu por menos de R$ 200,00!).

Para administrar os podcasts, o Linux (atualmente estou usando o Kubuntu, mas comecei esse processo usando o OpenSUSE) conta com algumas ferramentas. A maioria dos tocadores de mídia mais conhecidos é capaz de funcionar como agregador, baixar e transferir os arquivos de audio para pendrives, cartões de memória, tocadores mp3 e, vejam só, iPods 🙂 Mas por uma questão de facilidade de uso, integração com o KDE, interface etc, minha escolha é o Amarok. Já era meu tocador favorito no desktop e no note, porque realmente é muito bom! Basta cadastrar o feed, configurar para baixar o último episódio ou episódios e de quanto em quanto tempo o Amarok fará a verificação. Simples assim. Automaticamente, novos episódios são colocados na lista para transferência para serem passados ao tocador/pendrive/iPod etc quando você conectá-lo ao micro com o Amarok aberto e clicar “Conectar” e depois “Transferir”.

[Atualização]Este post já havia sido foi escrito há várias semanas, mas acabei não liberando por qualquer razão. Hoje, quando retomei, achei que caberia um “ps” com observações: recentemente tentei usar o novo Amarok 2.1, após a atualização do Kubuntu para a versão baseada no Ubuntu 9.04 – o “Jaunty”. Mas não gostei. Reescrito, ainda tem que passar por muitas melhorias para chegar aos pés do seu antecessor, o Amarok 1.4. Que, aliás, ainda é instalável mesmo sob KDE4 e no Jaunty, com essa dica: http://nomad.ca/blog/2009/apr/3/amarok-14-jaunty-ubuntu-904/. E praticamente deixei de lado o tocador automotivo. É ainda mais prático ouvir no Palm Centro que peguei na faixa recentemente numa renovação de contrato com a Operadora de celular… Mas isso é assunto prá outro post![/Atualização]

De volta ao jogo… 2

5

Depois de longo e tenebroso apagão de servidor (hospedagem gratuita, experiência mal sucedida), eis de novo no ar meu [/modo MUITO presunçoso on]bom e velho blog[/modo MUITO presunçoso off] (ok, mais velho que bom, prá algo que ficou tanto tempo fora do ar…).
Agora é arrumar tempo prá atualizar e recuperar meus dois leitores :-), entre os dois leões por dia que tento matar, as tarefas do lar, os projetos malucos, a Vigília, enfim, tudo o mais aonde me leva essa mania de querer abraçar o mundo…
Mas este é outro problema. Uma coisa de cada vez. Ou várias. Ou não. o.O

De volta ao jogo…

0

Certo. Eu admito. Desapareci. Mas pudera: minha filhota chegou no início do ano. E que mudança de vida!
Foi ano eleitoral. Pelo menos 40 campanhas com o marketing desenvolvido no todo ou em parte pela Nova Onda.
E ainda a assessoria de imprensa na Superintendência do Trabalho. Ou seja: por mais organização possível, tarefas demais prá encaixar no tempo. Assim, blog, Portal/Revista Vigília, interações na web, e até os e-mails ficaram para segundo (e terceiro, quarto…) plano.
Agora, aos poucos, estou conseguindo retomar. Já coloquei as primeiras novas atualizações no Portal/Revista Vigília. A Ufologia está efervescente já faz alguns meses, no mundo todo e principalmente aqui no Brasil. Até círculos ingleses já tempos por aqui…
Também mudei meus gadgets; o OS principal do note passou de kurumin prá debian lenny, foi ao kubuntu e agora ficou mesmo no OpenSUSE 11. Então estou cheio de dicas e resenhas de montes de coisas que passei a usar por necessidade mesmo durante esse período de sumiço…
Então, já já volto 😉

A invasão dos OVNIs, fantasmas e toda sorte de fenômenos… de computador

2

A febre recente dos tais UFOs no Haiti, que rapidamente entraram para a lista dos mais assistidos no Youtube, mostra bem o quão difícil a era digital em que vivemos pode tornar a vida dos pesquisadores (sérios) e interessados em temas polêmicos e espinhosos como a Ufologia.

Não que as fraudes sejam uma novidade. De fato, são a coisa absolutamente mais comum da Ufologia (e não me perguntem sobre provas autênticas porque, no máximo, vão me ver/ouvir argumentar que há evidências de fenômenos desconhecidos, não necessariamente sobrenaturais ou extraterrestres). Mas a facilidade com que essa bela fraude foi criada (ou “experimento”, como denominou seu autor), com ferramentas ao alcance de qualquer usuário de PC, mostra como os computadores podem gerar novas “realidades” e como essas novas “realidades” são facilmente aceitas.

[video:youtube:up5jmbSjWkw]

Depois desse tipo de montagem, fica um pouco mais difícil convencer alguém da diferença entre a fantasia e realidade. Mesmo depois de tantos desmentidos e informes sobre a fraude circulando na rede, ainda recebo diariamente e-mails que continuam apenas com a versão fantasiosa…

Por outro lado, passada a “ressaca”, fico imaginando quando — e se — alguém se deparar com o verdadeiro insólito, a dificuldade que vai ser convencer (que é diferente de comprovar, diga-se) as pessoas de que trata-se de realidade, de fato…

De qualquer forma, se isso ajudar a aguçar o senso crítico da sociedade, desenvolver um pouco mais de ceticismo saudável e coerente com o pensamento científico, não estará tudo perdido…

Reorganizando a vida…

2

Faz tempo que não publico nada no blog… É… de novo aquela velha história de falta de tempo, compromissos, tarefas, isso e aquilo… Todo blogueiro passa por fases assim, ainda mais quando faz outras coisas prá ganhar a vida e não vive do blog — economicamente falando. Mas é fato que, quando não se trata de um blogueiro que vive para o blog ou que vive do blog, nem sempre publicar alguma coisa é a prioridade (item 5 do Sérgio ;D).

Tá bem, não tenho desculpas… Mas algumas justificativas, vá… E bemmm pessoais… Como o fato de já ter ganho presente neste último dia dos pais 😀 Meio antecipado, é fato, porque é prá janeiro… Mas tá sendo muito bacana 🙂 E se meu blog tivesse um tom um pouquinho mais pessoal, eu talvez ocupasse muitos megabytes de espaço em descrições do que isso muda na cabeça dos marinheiros de primeira viagem… Mas não é 😛 … E os papais experientes considerariam no mínimo chato. Então, me reservo o direito de guardar essas alegrias, medos e anseios comigo…

No entanto, há mais coisas acontecendo, também na vida profissional. É um período de mudanças importantes, que estão exigindo um melhor planejamento e aproveitamento do tempo. Por isso resolvi buscar formas de melhor usar as ferramentas de organização pessoal e produtividade que já conhecia. Além, claro, de me forçar a uma mudança de hábitos…

As noites em claro já começaram a rarear e a dar lugar a caminhadas pela manhã bem cedo, momento em que posso ouvir vários podcasts de diversos assuntos, graças ao celular (o Sonyericsson z530i), que funciona como mp3player e sincroniza muito bem com o Amarok (na minha opinião, devendo muito pouco à dupla iPod + iTunes). Nada mais integrado para um usuário Linux!

No campo do entretenimento, as séries que gosto de acompanhar, já que não tenho muito mais tempo de ver TV à noite, são gravadas no HD (ou baixadas) e convertidas para serem assistidas no Palm (um já obsoleto TE2), com o Mencoder mesmo, tudo em linha de comando; depois que a gente pega o jeito, é o modo mais prático.

Aliás, o Palm voltou a ser usado também para organizar a vida, como o era desde o princípio. Depois de apanhar um pouco, descobri o caminho das pedras para colocá-lo sincronizado com o Korganizer (sim, nada mais apropriado para um usuário KDE), através do Kpilot. O segredo, usando uma versão recente do “pilot-xfer” (que é quem faz a coisa funcionar), é colocar no “device” apenas “usb:”.

A última barreira era a convergência de muitas agendas numa só ferramenta: as agendas dos clientes, que tenho que acompanhar, a agenda dos projetos e trabalhos da Nova Onda, a agenda pessoal (não quero perder nenhum ultrasom!!!), a agenda do Portal/Revista Vigília… O Google ajudou muito nesta hora. Primeiro, com o GCalendar, que permite importar diferentes tipos de agendas. Depois, com o iGoogle, que virou definitivamente minha página de entrada no Firefox graças à habilidade de apresentar as entradas do GCalendar, aniversários do Orkut (isso era um problema. Me sentia sempre culpado. Entro muito pouco lá e sempre perdia a chance de felicitar os amigos) e um monte de outras informações, de notícias selecionadas a previsão do tempo.

A última grande descoberta foi o GCalDaemon, a cereja do bolo! Esse aplicativo java (e por isso mesmo multiplataforma) permite ao leitor de calendários padrão (a maioria deles, mas, no meu caso específico, o Korganizer) manter comunicação de duas vias com o GCalendar (e não apenas em modo somente leitura). Assim, a administração de todas essas agendas pode ser feita agora via Palm, não apenas com a consulta, mas também para adição e edição de eventos!

Pronto. Finalmente as experiências e aprendizados de noites a fio estão convergindo para coisas úteis… E é fato… Organização funciona… Já dedico mais tempo à família. Estou dormindo mais. Conseguindo ser mais produtivo… Até escrevendo aqui novamente eu já estou!!! 😉

Apelação da Citröen

0

A Citröen está lançando uma campanha, no mínimo, de mau gosto. Lançou um site chamado www.mundodaastronomia.com, com a catastrófica notícia de que um asteróide chamado 2-Pallas (ou Pallas 2), de medidas quilométricas (esdrúxulas, mas ainda assim, quilométricas) irá se chocar com a Terra.
Descobri essa notícia gerando apreensão nas listas de Ufologia. Ocorre que a propriedade do domínio deixa claro do que se trata.
Um pouco depois, descobri que o BlueBus também já estava dando o alerta. Aliás, muito bem dito lá: quem vai acreditar agora no carro?
O maior problema é que alguns jornalistas compraram a idéia e divulgaram como se fosse fato… E alguns veículos inicialmente toparam veicular a peça “maquiada” como notícia, depois voltaram atrás.
Realmente não sei o que é pior. O mau gosto da campanha, um arremedo de “Guerra dos Mundos” (que, a despeito da fama do radialista Orson Welles, na sua época também foi uma tremenda idiotice), ou falta de checagem da notícia por parte dos jornalistas/veículos.

Depois das reclamações, Unibanco corrige problemas de acesso para usuários Linux

0

Parece que a enxurrada de reclamações ao Unibanco deu resultado e o acesso ao sistema de Internet Banking da instituição voltou a operar normalmente para usuários do browser Firefox no sistema operacional Linux. O primeiro alerta foi feito pelo Mbmaciel Tech Blog e rapidamente ganhou eco na rede

Mas como eu mencionei na entrada anterior, a iniciativa não salva o Unibanco do inferno dos bancos, se houver um… O Unibanco Empresarial continua solenemente ignorando usuários do Firefox e do Linux. E pela discussão que começou no Via6, não é só o Unibanco que faz isso…

A pergunta é: em tempos de Computador Para Todos, Dell + Linux, Novell, poucos meses antes do lançamento de projetos de ensino baseados no OLPC, como um banco pode se entregar ao descaso de prover soluções excludentes?

MIDI no Linux (Debian e derivados)

4

Estava conferindo algumas mensagens antigas que coloquei no fórum do Kurumin e me deparei com o primeiro script que adaptei, mesmo sem conhecer (e ainda não conheço, mas tento ;)) Shell Script. E percebi que ainda é recorrente naquele fórum a pergunta sobre como fazer MIDI funcionar no Kurumin e em outras distribuições baseadas em Debian. Sim, aquele tipo de musiquinha eletrônica que já foi febre como tom de celular quando ainda não conhecíamos aparelhos com mp3… 🙂

Então trouxe para cá… Pode ser muito útil, já que esse blog tá virando mais geek do que eu tinha inicialmente planejado 🙂

Ah, a fonte original? Não lembro… Como expliquei no fórum do Kurumin, eu tinha escrito uma enorme descrição numa primeira mensagem mas um acidente apagou tudo… Ao reescrever, bateu a preguiça, e fui direto ao assunto :lalala:

O problema a ser resolvido é o seguinte: na maioria das placas de som, o Linux não ativa um “interpretador” de sons MIDI direto por hardware. Provavelmente porque a maioria das placas, exceto as SoundBlaster, não o tem, e resolvem isso instalando um software — driver — proprietário para fazê-lo. Mas, como sempre, a maioria das placas só vem com drivers para… |-|

Mantive o crédito original do script. Todo o trabalho foi feito pelo Alex. Eu achei pronto e corrigi onde ele não estava tendo muito sucesso: mesmo com “sudo”, as coisas não queriam ir para as pastas onde era necessária permissão de “root”… Contornei isso com um “copiar para” renomeando, e só num comando seguinte o “mover”… Mas você não precisa entender isso… Se quiser MIDI no seu Linux (e usar o apt-get), basta copiar e colar o código abaixo no seu editor de textos favorito, salvar “com-qualquer-nome”, dar-lhe permissão de “executável” e executá-lo, o que na linha de comando significa digitar:

./com-qualquer-nome

Pronto, ponha seu Linux para tocar MIDI com seu player favorito (desde que ele suporte o formato, claro :-). Há algumas sugestões aqui.

#!/bin/sh
#Escrito por Alex Santos Encarnação
#e-mail: alexencarnacao[semspam]aol.com
#Adaptado por Jeferson Martinho
#Modificações para contornar negação de permissões e alterações para o /etc/init.d/timidity funcionar corretamente)
#e-mail: jeff[semspam]novaondanet.com.br

kdialog --yesno "Vou iniciar o processo de instalação do Timidity e baixar os patches necessários para a instalação. Os patches têm cerca de 71 MB. Por isso, além de ser necessária a conexão à Internet, o processo é um pouco lento. Posso prosseguir mesmo assim?"
resposta=$?
case $resposta in

0)
  echo "Baixando patches para o Timidity..."
  wget -c http://sunsite.univie.ac.at/musicres/thammer/HammerSound/localfiles/soundfonts/FluidR3122501.zip
  echo "Baixando descompactador de patches para o Timidity..."
  wget -c http://melodymachine.com/files/sfarkxtc_lx86.tar.gz
  echo "Iniciando instalação do Timidity..."
  sudo apt-get install timidity pmidi
  echo "Descompactando patches..."
  unzip FluidR3122501.zip
  tar -zxvf sfarkxtc_lx86.tar.gz
  ./sfarkxtc "FluidR3 GM.sfArk"
  echo "Movendo patches para a pasta /usr/share/timidity..."
  mv "FluidR3 GM.SF2" "FluidR3GM.SF2"
  sudo mkdir /usr/share/timidity
  sudo mv "FluidR3GM.SF2" /usr/share/timidity
  cp /etc/timidity/timidity.cfg timidity.cfg
  echo "soundfont /usr/share/timidity/FluidR3GM.SF2" [gt][gt] timidity.cfg
  sudo cp timidity.cfg /etc/timidity/timidity.cfg
  sed -e 's/TIM_ALSASEQ=/TIM_ALSASEQ="true"/g' -e '/TIM_ALSASEQPARAMS=/c TIM_ALSASEQPARAMS="-B2,8 -Os -EFreverb=0 -EFresamp=1 -EFchorus=0"' /etc/init.d/timidity [gt] timidity.tmp
  sudo cp timidity.tmp /etc/init.d/timidity
  sudo /etc/init.d/timidity start
  echo "Concluído."
  kdialog -msgbox "Instalação concluída. Modifique o dispositivo de MIDI do KDE (Som [amp] Multimídia [gt] Sistema de Som [gt] Hardware [gt] Dispositivo de MIDI) para: TiMidity TiMidity port 0 - Alsa device. Faça o mesmo em seu player de MIDI favorito. Para usar o próprio Timidity como player, utilize a linha de comando: timidity -ia";;
1)
kdialog -msgbox "Ok, abortado!";;
esac
#FIM

  • dezembro 2017

    seg ter qua qui sex sáb dom
     123
    45678910
    11121314151617
    18192021222324
    25262728293031
Go to Top