Segunda e última chance para o Amarok2
By Jeff on Jun 11, 2009 | In PDAs, Diversos, (GNU)Linux, Software Livre | Send feedback »
No post anterior falei sobre o uso do Amarok para administrar podcasts no Linux. Estou usando o Amarok 1.4, mas o novo padrão no Ubuntu (e qualquer distro com KDE4) é a versão 2.X.
Recentemente foi lançada a versão 2.1. Já havia tentado a 2.0 sem sucesso. Além de não importar as playlists antigas corretamente, não reconhecia os feeds cadastrados na versão anterior (meus Podcasts! Não!) e não era muito claro quanto à forma de conversar com os tocadores mp3 ou mídias externas.
Na versão nova, apesar de algumas melhorias de acabamento na interface, esses problemas continuam. Ele simplesmente não é intuitivo e é pouco prático. E não resgata os feeds! Resultado, voltei para o Amarok 1.4.
No processo, descobri também (e para meu desespero) que o procedimento anterior para instalação do Amarok 1.4 não funciona mais.Os repositórios mudaram. Buscando entre os links do ubuntu.org e do ppa.launchpad.net, achei o caminho:
Desistale o amarok2.X com sudo apt-get remove amarok
Edite os repositórios em /etc/apt/sources.list acrescentando:
deb http://ppa.launchpad.net/bogdanb/amarok14/ubuntu jaunty main
deb-src http://ppa.launchpad.net/bogdanb/amarok14/ubuntu jaunty main
Adicione a chave GPG do repositório com
sudo apt-key adv --recv-keys --keyserver keyserver.ubuntu.com \
0x1d7e9dd033e89ba781e32a24b9f1c432ae74ae63
Faça um sudo apt-get update
E instale com sudo apt-get install amarok14
Pronto. De volta ao bom e velho Amarok :-)
Crédito para o autor da "regressão" salvadora, o Bogdan Butnaru
https://launchpad.net/~bogdanb/+archive/amarok14
Ouvindo (e administrando) podcasts com o Linux
By Jeff on Jun 10, 2009 | In Informática, PDAs, Diversos, (GNU)Linux, Software Livre | Send feedback »
No último ano e meio, até abril último, precisei encarar diariamente o trânsito maluco de São Paulo. No mínimo uma hora de ida, outra de volta. Foi neste período que converti-me num dependente de podcasts. Sobre todos os assuntos. Virei fã e ouvinte assíduo do ótimo (e “hors concours“) Nerdcast, do NowCafé, Viver Digital, RapaduraCast, Guanacast, Papotech, Vladimir Campos PodCast, o Escriba Café apenas prá citar alguns…
E eventualmente encontrando na net postagens e tutoriais que falam sobre formas de acompanhar podcasts, é impossível não reparar a quase unanimidade que é o iTunes nas recomendações. Também, pudera: o iPod é referência como tocador, e emprestou nome até para o termo “Podcast". Mas é fato que há várias ferramentas prá fazer isso, e pode-se destinar desde um mp3 player genérico até outro tipo de tocador. Mais complicado ainda quando se trata de conseguir fazer isso no Linux. Ou não…
No meu caso, inicialmente ouvia pelo tocador de CD/MP3 do carro, usando um pendrive na entrada usb ou o um cartão de memória SD no slot que também acompanha o player automotivo. (Não, nada de tocador caro e de marca: um modelo genérico, realmente muito barato, e ainda comprado em suaves prestações num grande hipermercado. Até bluetooth para falar no celular por viva voz ele tem, e saiu por menos de R$ 200,00!).
Para administrar os podcasts, o Linux (atualmente estou usando o Kubuntu, mas comecei esse processo usando o OpenSUSE) conta com algumas ferramentas. A maioria dos tocadores de mídia mais conhecidos é capaz de funcionar como agregador, baixar e transferir os arquivos de audio para pendrives, cartões de memória, tocadores mp3 e, vejam só, iPods :-) Mas por uma questão de facilidade de uso, integração com o KDE, interface etc, minha escolha é o Amarok. Já era meu tocador favorito no desktop e no note, porque realmente é muito bom! Basta cadastrar o feed, configurar para baixar o último episódio ou episódios e de quanto em quanto tempo o Amarok fará a verificação. Simples assim. Automaticamente, novos episódios são colocados na lista para transferência para serem passados ao tocador/pendrive/iPod etc quando você conectá-lo ao micro com o Amarok aberto e clicar “Conectar” e depois “Transferir".
[Atualização]Este post já havia sido foi escrito há várias semanas, mas acabei não liberando por qualquer razão. Hoje, quando retomei, achei que caberia um “ps” com observações: recentemente tentei usar o novo Amarok 2.1, após a atualização do Kubuntu para a versão baseada no Ubuntu 9.04 - o “Jaunty". Mas não gostei. Reescrito, ainda tem que passar por muitas melhorias para chegar aos pés do seu antecessor, o Amarok 1.4. Que, aliás, ainda é instalável mesmo sob KDE4 e no Jaunty, com essa dica: http://nomad.ca/blog/2009/apr/3/amarok-14-jaunty-ubuntu-904/. E praticamente deixei de lado o tocador automotivo. É ainda mais prático ouvir no Palm Centro que peguei na faixa recentemente numa renovação de contrato com a Operadora de celular… Mas isso é assunto prá outro post![/Atualização]
De volta ao jogo... 2
By Jeff on Mar 16, 2009 | In Blog, Pessoal, Diversos | 5 feedbacks »
Depois de longo e tenebroso apagão de servidor (hospedagem gratuita, experiência mal sucedida), eis de novo no ar meu [/modo MUITO presunçoso on]bom e velho blog[/modo MUITO presunçoso off] (ok, mais velho que bom, prá algo que ficou tanto tempo fora do ar...).
Agora é arrumar tempo prá atualizar e recuperar meus dois leitores :-), entre os dois leões por dia que tento matar, as tarefas do lar, os projetos malucos, a Vigília, enfim, tudo o mais aonde me leva essa mania de querer abraçar o mundo...
Mas este é outro problema. Uma coisa de cada vez. Ou várias. Ou não. o.O
De volta ao jogo...
By Jeff on Nov 22, 2008 | In Pessoal | Send feedback »
Certo. Eu admito. Desapareci. Mas pudera: minha filhota chegou no início do ano. E que mudança de vida!
Foi ano eleitoral. Pelo menos 40 campanhas com o marketing desenvolvido no todo ou em parte pela Nova Onda.
E ainda a assessoria de imprensa na Superintendência do Trabalho. Ou seja: por mais organização possível, tarefas demais prá encaixar no tempo. Assim, blog, Portal/Revista Vigília, interações na web, e até os e-mails ficaram para segundo (e terceiro, quarto...) plano.
Agora, aos poucos, estou conseguindo retomar. Já coloquei as primeiras novas atualizações no Portal/Revista Vigília. A Ufologia está efervescente já faz alguns meses, no mundo todo e principalmente aqui no Brasil. Até círculos ingleses já tempos por aqui...
Também mudei meus gadgets; o OS principal do note passou de kurumin prá debian lenny, foi ao kubuntu e agora ficou mesmo no OpenSUSE 11. Então estou cheio de dicas e resenhas de montes de coisas que passei a usar por necessidade mesmo durante esse período de sumiço...
Então, já já volto ;-)
A invasão dos OVNIs, fantasmas e toda sorte de fenômenos... de computador
By Jeff on Sep 4, 2007 | In Ufologia, Insólito, Tecnologia, Diversos | 2 feedbacks »
A febre recente dos tais UFOs no Haiti, que rapidamente entraram para a lista dos mais assistidos no Youtube, mostra bem o quão difícil a era digital em que vivemos pode tornar a vida dos pesquisadores (sérios) e interessados em temas polêmicos e espinhosos como a Ufologia.
Não que as fraudes sejam uma novidade. De fato, são a coisa absolutamente mais comum da Ufologia (e não me perguntem sobre provas autênticas porque, no máximo, vão me ver/ouvir argumentar que há evidências de fenômenos desconhecidos, não necessariamente sobrenaturais ou extraterrestres). Mas a facilidade com que essa bela fraude foi criada (ou "experimento", como denominou seu autor), com ferramentas ao alcance de qualquer usuário de PC, mostra como os computadores podem gerar novas "realidades" e como essas novas "realidades" são facilmente aceitas.
Depois desse tipo de montagem, fica um pouco mais difícil convencer alguém da diferença entre a fantasia e realidade. Mesmo depois de tantos desmentidos e informes sobre a fraude circulando na rede, ainda recebo diariamente e-mails que continuam apenas com a versão fantasiosa...
Por outro lado, passada a "ressaca", fico imaginando quando -- e se -- alguém se deparar com o verdadeiro insólito, a dificuldade que vai ser convencer (que é diferente de comprovar, diga-se) as pessoas de que trata-se de realidade, de fato...
De qualquer forma, se isso ajudar a aguçar o senso crítico da sociedade, desenvolver um pouco mais de ceticismo saudável e coerente com o pensamento científico, não estará tudo perdido...