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	<title>Tá tudo aqui...</title>
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	<description>Um resumo de fatos e idéias não tão comuns ou corriqueiros...</description>
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		<title>Retomada, tempo e ferramentas</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Nov 2011 01:05:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jeff</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Vou tentar retomar as atualizações deste blog. Faz tempo estou ensaiando, mas ando completamente sem tempo. Agora tenho algumas ferramentas bem legais à mão. Continuo sem tempo, aliás, com menos ainda, mas quem sabe com um pouco de disciplina, aliada às ferramentas adequadas, eu consigo.
Uma  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img style="display:block;margin-right:auto;margin-left:auto;" alt="image" src="http://jeffmart.net/wp-content/uploads/2011/11/wpid-motorola-atrix.jpg" width="120px" /></p>
<p>Vou tentar retomar as atualizações deste blog. Faz tempo estou ensaiando, mas ando completamente sem tempo. Agora tenho algumas ferramentas bem legais à mão. Continuo sem tempo, aliás, com menos ainda, mas quem sabe com um pouco de disciplina, aliada às ferramentas adequadas, eu consigo.<br />
Uma destas ferramentas é meu novo brinquedo android, um <a href="http://http://www.motorola.com/Consumers/BR-PT/Consumer-Product-Services/Mobile-Phones/Motorola-ATRIX-BR-PT">Atrix</a>, da Motorola. Se bem que é uma injustiça chamá-lo brinquedo. Com ele e comigo. Primeiro porque realmente se tem algo que faço muito pouco no celular é brincar ou jogar. Quando muito, suporto alguns minutos de Angry Birds. Além disso, o aparelho é realmente muito mais do que uma plataforma de jogos. A tela grande, de resolução surpreendente, se não necessariamente estimula, ao menos não chega a desestimular totalmente a escrita. Com a boa performance da escrita Swype, quase me faz lembrar dos bons tempos do Graffiti no Palm IIIxe. Sim, o bom e velho monocromático. Porque a partir daí, nem as telas, nem o graffiti, nem minha acuidade foram as mesmas.<br />
A vantagem agora e que dígito apenas com os dedões <img src='http://jeffmart.net/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> <br />
O Atrix é meu segundo Android. O SO da Google me fisgou já no problemático Dext. Não pela experiência em si, que só foi melhor a partir da customização com uma rom cyanogenmod 7, mas pela promessa. Aliás, a &#8220;promessa&#8221; Motorola com sacadas geniais, mas execuções &#8220;meia-bocas&#8221;, já havia me encantado antes, com o a1200 <img src='http://jeffmart.net/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> <br />
De lá pra cá, tem sido uma relação de amor e ódio: venho amando o que é possível fazer com os celulares Motorola, mas odiando o que a Motorola faz com seus aparelhos (e consequentemente com seus donos). Sim, principalmente no que tange às atualizações. Mas de certa forma, vá lá: quem acompanha o mercado sabe que o problema aflige praticamente todos os fabricantes. O grande #fail da Motorola é realmente o descaso com o consumidor brasileiro: promete atualização e volta atrás, atualiza lá fora e dá uma banana para os brasileiros. Quem sabe isso muda com a aquisição pela Google&#8230;<br />
Bom hora já deu, né? Texto demasiado longo pra ser escrito no celular, não? Pois é, mas foi <img src='http://jeffmart.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' />  </p>
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		<title>Qualquer som do celular pelo fone bluetooth mono</title>
		<link>http://jeffmart.net/2011/06/03/qualquer-som-do-celular-pelo-fone-bluetooth-mono/</link>
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		<pubDate>Fri, 03 Jun 2011 04:28:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jeff</dc:creator>
				<category><![CDATA[Celular]]></category>
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		<description><![CDATA[O uso do aplicativo BTMono para ouvir músicas, podcasts ou qualquer outro áudio pelo fone de ouvido bluetooth num celular Android.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;<br />
<div id="attachment_422" class="wp-caption alignright" style="width: 210px"><a href="http://jeffmart.net/wp-content/uploads/2011/06/screenshot.png"><img class="size-medium wp-image-422" title="BTMono em ação" src="http://jeffmart.net/wp-content/uploads/2011/06/screenshot-200x300.png" alt="Ouvindo músicas, vídeos e podcasts pelo fone bluetooth mono" width="200" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Ouvindo músicas, vídeos e podcasts pelo fone bluetooth mono</p></div></p>
<p>Ando me divertindo com programa para Android que permite ouvir qualquer coisa do celular usando o fone bluetooth. Chama-se BTMono e uma de suas versões é gratuita no Market. O link e o QRCode para download direto estão ao final deste post.</p>
<p>Antes que alguém se proponha a fazer uma correção, um aviso: não, bluetooth não foi feito para isso. Na verdade foi, mas os celulares não. A maioria dos celulares trata esses nossos bt&#8217;s baratinhos (às vezes nem tanto), chamados mono, como meio de transmissão apenas para as conversas de voz. Embora existam de fato limitações na qualidade do áudio, acho mesmo que foi <del>um complô</del> uma forma dos fabricantes de <del>nos forçarem a comprar</del> garantirem uma qualidade maior usando fones bluetooth stereos com um sistema conhecido como A2DP, que são bem mais caros.</p>
<p>No meu celular anterior, que era linux mas não era Android, eu conseguia isso <del>fazendo uma gambiarra</del> matando um processo com o BT ligado e o áudio rolando. No Dext &#8211; que, aliás, tá rodando Android 2.3.4 &#8220;Gingerbread&#8221; (viu Motorola?!), graças à rom <a href="http://simply-android.com/discussion/1378/cm4morrison-7.1.0-rc0">Cyanogenmod 7</a> &#8211; não preciso de malabarismos. Ligo o BTMono e ponho o player a executar o que for. Bem prático.</p>
<p>Há uma versão paga, &#8220;premium&#8221;, que acrescenta <del>firulas</del> funcionalidades. A mais importante talvez seja a capacidade de rearmar após atender uma ligação (a gratuita não faz isso). Por um US$ 1, se você usar muito o fone, talvez valha a compra. Não é exatamente o meu caso. Ainda.</p>
<p><img class="alignleft" title="QRCode para BTMono" src="http://chart.apis.google.com/chart?cht=qr&amp;chs=150x150&amp;chl=http://www.appbrain.com/app/com.bedoig.BTmono?install=web" alt="QRCode para download do BTMono direto no celular" width="150" height="150" /></p>
<div id='app218' class='appbrain-app'><a href='http://www.appbrain.com/app/btmono/com.bedoig.BTmono' style='font-size: 11px; color: #555; font-family: Arial, sans-serif;'>BTmono for Android on AppBrain</a></div>
<p> <script type='text/javascript' language='javascript' src='http://www.appbrain.com/api/api.nocache.js'></script></p>
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		<title>Notebooks BBBs: básicos, bons e baratos</title>
		<link>http://jeffmart.net/2010/12/19/notebooks-bbbs-basicos-bons-e-baratos/</link>
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		<pubDate>Sun, 19 Dec 2010 18:42:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jeff</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informática]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Há cerca de trinta dias aproveitei uma oferta do hipermercado Extra e mudei meu hardware. A idéia era ampliar a quantidade de espaço em disco e melhorar um pouco o desempenho. Não sou um &#8220;gamer&#8221;, ávido por recursos 3D em uma supermáquina, mas algumas características da antiga máquina, um CCE básico  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há cerca de trinta dias aproveitei uma oferta do hipermercado Extra e mudei meu hardware. A idéia era ampliar a quantidade de espaço em disco e melhorar um pouco o desempenho. Não sou um &#8220;gamer&#8221;, ávido por recursos 3D em uma supermáquina, mas algumas características da antiga máquina, um CCE básico com processador Celeron, já estavam pedindo reforço.</p>
<p>Hoje em dia a oferta de notebooks de baixo custo, sobretudo de três empresas &#8212; CCE, Positivo e Sim &#8212; é muito grande. E meu último notebook me fez perder definitivamente o preconceito em relação às máquinas baratas dessas marcas: o desempenho, proporcionalmente às suas configurações, não foi lá muito diferente de um Acer e um HP anteriores.<span id="more-411"></span></p>
<p>O que há de se ter em mente é que não se pode comprar um equipamento desses esperando desempenho para jogos. Eles foram feitos para atender ao usuário que precisa de acesso à rede, suítes de edição de textos e planilhas, mas nada muito pesado. No geral, essas maquininhas aguentam o tranco quando o assunto é vídeo, desde que não esteja interessado em rodar um vídeo codificado com um codec matroska em full hd (1920&#215;1080).</p>
<p>A geração passada dos notebooks baratos &#8212; a geração da minha máquina anterior &#8212; baseada em processadores celeron da linha M, não diferia das das máquinas de marcas famosas nos quesito CPU. Mas pecou por usar componentes de qualidade duvidosa: chipsets de vídeo SIS problemáticos, placas wireless de desempenho pobre, baterias de apenas três células, entre outros itens. Isso foi um problema sobretudo porque a maioria dessas máquinas era vendida com sistema Linux, que tem problemas históricos de incompatibilidade com alguns desses componentes. Não por culpa do Linux, claro: a fabricante das placas SiS, por exemplo, até hoje não liberou um driver 3D compatível com as distribuições mais recentes e comuns de Linux.</p>
<p>Mesmo no Windows, por deficiências na forma como lidam com a memória (compartilhada), esses chipsets não estavam isentos de problemas.</p>
<p>A diferença em relação à oferta de máquinas baratas agora é que os fabricantes, ao que tudo indica, acrescentaram compatibilidade à equação na negociação por componentes. Com isso esses equipamentos, no geral, chegam ao mercado com placas de vídeo Intel, hardware wireless melhor aceito (principalmente no Linux). Mais ainda, muitas dessas máquinas já vêm com baterias de 4 ou 6 células, garantindo um maior tempo útil sem precisar de uma tomada para recarga.</p>
<p>Um equipamentos desses, dependendo das configurações, pode ter preços na casa dos 3 dígitos, bem próximo dos netbooks mais básicos, que ganham no tamanho reduzido mas têm a desvantagem de terem um hd menor e não virem com leitor/gravador de DVD.</p>
<p>Quer alguns exemplos? Bom que tal <a href="http://www.extra.com.br/Informatica/Notebook/CCE-Notebook-CCE-SPL-c-Intel-Dual-Core-T4300-2GB-HD-320GB-LCD-14-Webcam-Leitor-de-Cartao-Wireless-e-Linux-176715.html" target="_blank">esse aqui</a>, ou <a href="http://www.magazineluiza.com.br/produto/index_Produto.asp?Produto=1349669&amp;linha=IN&amp;Setor=NOTE&amp;modelo=00" target="_blank">esse outro</a> e ainda esse <a href="http://notebook.pontofrio.com.br/Notebook-CCE-BPS-c-Intel-Dual-Core-T4300-2GB-HD-320GB-LCD-14-Webcam-Wireless-Leitor-de-Cartoes-e-Windows-7-212372.html" target="_blank">outro notebook aqui</a>. Mas fique atento aos preços. O equipamento que comprei, com tela de LDE, 320Gb e um processador pouca coisa melhor que o anunciado (era prá vir Dual Core T4300, veio T4500), saiu por menos de 999,00. Um dia depois já tinha preço 200,00 reais maior. Na mesma semana, um dos grandes portais de e-commerce brasileiros oferecia um notebook com processador Core i3 na mesma faixa de preço. Ou seja: pesquise muito antes de fechar qualquer negócio.</p>
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		<title>Wikileaks talvez seja a prova que Stallman não exagerou</title>
		<link>http://jeffmart.net/2010/12/19/wikileaks-talvez-seja-a-prova-que-stallman-nao-exagerou/</link>
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		<pubDate>Sun, 19 Dec 2010 03:30:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jeff</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quando Richard Stallman, guru xiita do software livre, diz que usar o Chrome OS (ou qualquer sistema onde todos os dados do usuário estejam nas núvens) é uma estupidez, talvez ele não tenha dito um completo exagero. A maior prova disso é provavelmente a perseguição do governo norte americano ao  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption alignleft" style="width: 157px"><img class="   " title="Richard Stallman" src="http://farm4.static.flickr.com/3482/3306564460_12e1b67533.jpg" alt="Richard Stallman" width="147" height="147" /><p class="wp-caption-text">Richard Stallman, por Gisleh, no Flickr</p></div>
<p>Quando Richard Stallman, guru xiita do software livre, diz que usar o Chrome OS (ou qualquer sistema onde todos os dados do usuário estejam nas núvens) <a href="http://info.abril.com.br/noticias/tecnologia-pessoal/usar-chrome-os-e-estupidez-diz-stallman-15122010-7.shl" target="_blank">é uma estupidez</a>, talvez ele não tenha dito um completo exagero. A maior prova disso é provavelmente a perseguição do governo norte americano ao site <a href="http://wikileaks.info/" target="_blank">Wikileaks</a> e seu fundador, Julian Assange.</p>
<p>Mas o que tem a ver o Wikileaks e a computação na nuvem? Nada. Os documentos, que têm cópia offline, físicas, podem migrar de um servidor para outro, podem ganhar centenas, talvez milhares de &#8220;espelhos&#8221;, justamente porque não se apoiam numa solução centralizada, do tipo caixa preta.</p>
<p>Em última análise, é esse tipo de solução que o Google &#8211; ou qualquer outro sistema de &#8220;nuvem&#8221; &#8211; vai prover. E não há garantias de que um sistema desse, em caso de contenda legal, não sucumbirá à pressão de um governo ou de alguma corporação obscura.</p>
<p><span id="more-401"></span></p>
<p>Wikileaks não foi apagado ou bloqueado, mas passou perto. <a href="http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/amazon+expulsa+wikileaks+de+seus+servidores/n1237845969969.html" target="_blank">A Amazon cedeu à pressão do governo e o expulsou</a> de seus servidores. Visa, Mastercard e PayPal também sucumbiram e bloquearam o acesso da organização às suas contas.</p>
<p>Claro, não é todo usuário, empresa ou internauta que tem que se preocupar com isso. A maioria dos internautas não está desenvolvendo atividades à margem da lei ou transitando conteúdo legalmente discutível. Mas aí, mais uma vez, a iniciativa Wikileaks mostra que o &#8220;legalmente discutível&#8221;, &#8220;liberdade de informação&#8221; e &#8220;liberdade de expressão&#8221; são conceitos bastante subjetivos, sobretudo quando expõem as mazelas, os equívocos e as ações obscuras do poder, político e econômico.</p>
<p>Wikileaks não é uma grande e poderosa corporação. Começou a partir da iniciativa pessoal de um usuário da rede e ganhou o mundo. Mas lida com uma informação tão sensível que está sendo capaz de incomodar e reescrever a história das relações internacionais.  Antes de transformar-se num fenômeno da Era Digital, era apenas mais um site na Internet.</p>
<p>A fronteira entre o ordinário e o que vai ser considerado uma ameaça pelo governo &#8211; qualquer governo &#8211; nunca foi realmente clara. Em 1991, um criptógrafo e cientista da computação chamado<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Phil_Zimmermann" target="_blank"> Phil Zimmermann</a> criou um programa que o faria virar inimigo de Estado nos EUA: Pretty Good Privacy, ou PGP. Por causa do programa, que utiliza criptografia assimétrica, foi alvo de processos do gorverno norte americano até 1996. A justificativa legal era uma proibição à exportação de software criptográfico em vigência nos EUA.</p>
<p>Mas era apenas uma justificativa. O problema real foi que Zimmermann, com seu PGP, colocou ao alcance de quarquer usuário de computador no mundo um mecanismo de criptografia de nível militar. E se ele não tornava impossível a decodificação por parte da NSA ou outro braço governamental, ao menos dificultava bastante. O autor do programa chegou a ser comparado a um terrorista.</p>
<p>Alguma semelhança? Pois é.</p>
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		<title>Finalmente, migrei pro WordPress</title>
		<link>http://jeffmart.net/2010/12/06/finalmente-migrei-pro-wordpress/</link>
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		<pubDate>Tue, 07 Dec 2010 01:45:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jeff</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Por conta do spam e também por uma questão de afinidade, finalmente migrei do b2evolution 3.x para Wordpress 3.0 como ferramenta de blog (ou plataforma, com dizem por ai). Um relato resumido de como é possível fazer isso sem muita dor de cabeça. E uma justificativa para o choque causado pela mudança de nome :-P]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a title="http://jeffmart.net/2009/11/13/recuperando-e-atualizando-o-blog/" href="http://jeffmart.net/2009/11/13/recuperando-e-atualizando-o-blog/" target="_blank">Fazia tempos estava ensaiando</a>. Agora, finalmente, tomei coragem e fiz. Dei fim ao irritante spam que veio no pacote de instalação do <a href="http://b2evolution.net" target="_blank">b2evolution</a> e migrei todo o blog para a ferramenta <a href="http://wordpress.org" target="_blank">WordPress</a>.</p>
<p>Fiquei meses &#8212; talvez anos, se contar os posts de enrolação &#8212; para voltar a escrever. Não porque não tivesse temas ou opiniões que quisesse expressar. Ao contrário. De certo que a escassez de tempo (ah, sempre a mesma desculpa!), também tenha contribuído. Mas em verdade, o que andava me tirando do sério era a completa incapacidade do b2 em lidar com o spam. Sobretudo em trackbacks.</p>
<p>Nos últimos meses, eu ficava horas limpando a sujeira. Sim, horas. Até que, num determinado momento, desisti. Total e completa resignação. Abandonei meu blog às traças. Não, aos trackbacks de spammers.</p>
<p><span id="more-394"></span></p>
<p>Coincidentemente, neste meio tempo, comecei a conhecer melhor o WordPress. Profissionalmente. Desenvolvi dois projetos de clientes nele, diretamente; e supervisionei outros dois repassados a um programador terceirizado. Apesar da dor de cabeça que o programador me causou, o fato é que o cara manjava muito, e descobri com ele muito da facilidade de implementar coisas novas e personalizadas no WP. No fim das contas, programação PHP básica dá conta do recado na maioria dos casos.</p>
<p>Daí a decisão foi natural. Agora, o antigo Notas do Jeff passa a rodar sobre WordPress. Faz pouco mais de uma semana. Já tinha uma idéia sobre como proceder, e aprendi muito com alguns posts na rede, <a href="http://linux.eduardosilva.eti.br/migrando-do-b2evolution-2-x-para-o-wordpress" target="_blank">como este aqui</a>. Todos são baseados no script <a href="http://http://themikecam.com/downloads/import-b2evolution-wp2.php.txt" target="_blank">import-b2evolution-wp2.php</a>, feito para migrar do b2evo 2.X (embora eu já estivesse rodando o 3.x). O script, no original, é um trabalho do amigo <a href="http://b2evolution.waltercruz.com/" target="_blank">Walter Cruz</a>, concebido para versões mais antigas de ambos &#8211; b2 e wp -, adaptado desde então para funcionar em versões mais recentes.</p>
<p>Tive que fazer apenas uma modificação, de charset, sem a qual a coisa não vai lisa para sites em português. Embora o script convoque as sqls e tudo mais em UTF-8, quando monta sua própria interface web preparando a migração, o faz com iso-8859-1. Isso deu problemas na importação de acentos e truncou alguns posts. Uma vez substituídas todas as referências a ISO para UTF-8, o problema acabou.</p>
<p>Pronto, vireram todos os posts pra cá, no WP. Em homenagem a mais essa migração que manteve todo o conteúdo, desde as minhas experiências com o blogspot e hosts gratuitos anos atrás, mudei o título do blog. Está tudo aqui&#8230; resgata a conquista pessoal que foi e vem sendo essa experiência de não perder posts ao longo de muitas mudanças, mas também reflete uma mudança de entendimento do papel desse blog em minha vivência digital. Um espaço pra pensar, refletir e opinar sobre coisas tão díspares, absurdas, inúteis e distantes do meu dia-a-dia&#8230; Ou nem tanto <img src='http://jeffmart.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Claro, nem tudo são flores. Uma parte das urls permanentes mudou inexplicavelmente por uma diferença entre o que o b2evo considera data de postagem (talvez a última edição/alteração) e o wp. E não há .htaccess ou plugin que, agora, dê jeito de fazer automaticamente. Mesmo porque, são só algumas. Mas com isso eu consigo conviver. E pela quantidade, dará muito menos trabalho (eventualmente) consertar isso do que ficar eliminando meses de spam. Spam, aliás, que o script de importação se encarrega de mandar para o espaço&#8230;</p>
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		<title>O Acre não existe? Pelo jeito, não existem aviões lá também. Só UFOs/OVNIs</title>
		<link>http://jeffmart.net/2009/12/15/o-acre-nao-existe-pelo-jeito-nao-existem-avioes-la-tambem-so-ufos-ovnis/</link>
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		<pubDate>Tue, 15 Dec 2009 09:33:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jeff</dc:creator>
				<category><![CDATA[Insólito]]></category>

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		<description><![CDATA[A notícia é velha, mas só há pouco tomei conhecimento. E achei que valia uma postagem, por que, de toda forma, não valeria uma pauta pro Portal/Revista Vigília. Em outubro, o TV Gazet, do Acre, levou ao ar no Programa &#8220;Gazeta Alerta&#8221;, uma matéria sensacionalista de um OVNI ou UFO que teria sido  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A notícia é velha, mas só há pouco tomei conhecimento. E achei que valia uma postagem, por que, de toda forma, não valeria uma pauta pro <a href="http://www.vigilia.com.br" target="_blank">Portal/Revista Vigília</a>. Em outubro, o TV Gazet, do Acre, levou ao ar no Programa &#8220;Gazeta Alerta&#8221;, uma matéria sensacionalista de um OVNI ou UFO que teria sido filmado sobre a rodovia Transacreana por uma equipe de reportagem. <a href="http://www.agazeta.net/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=9559%3Aequipe-da-tv-gazeta-filma-ovni-sobrevoando-a-transacreana&amp;catid=19%3Aacre&amp;Itemid=142" target="_blank">O link para a página da TV com a matéria do tal suposto OVNI é este aqui</a>.</p>
<p>Pra quem quiser clicar e assistir aqui, lá vai, no Youtube:</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.youtube.com/watch?v=BwSOxnMvuek"></a><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="350" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/BwSOxnMvuek" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350" src="http://www.youtube.com/v/BwSOxnMvuek"></embed></object></p>
<p>Ato desesperado por audiência? Poderia discorrer um pouco sobre o movimento, o padrão de luzes, o formato etc. Mas nem precisa. Basta conferir a imagem abaixo.</p>
<p style="text-align: center;"><a title="Open in a new window" onclick="this.target = ''; return pop_up_window( 'http://jeffmart.net/htsrv/viewfile.php?root=collection_2&amp;path=aviacre.jpg&amp;viewtype=image', 'evo_fm_d0e2f01508b8748c3d8592e791d7eef4', 688, 598 )" href="/htsrv/viewfile.php?root=collection_2&amp;path=aviacre.jpg&amp;viewtype=image" target="evo_fm_d0e2f01508b8748c3d8592e791d7eef4"><img style="border: 0pt none;" src="/media/blogs/aviacre.jpg" alt="Aviovni" width="418" height="318" /></a></p>
<p>E a repórter ainda tem a manha de falar &#8220;olha o movimento&#8221; (da câmera balançando), &#8220;desceu atrás da mata&#8221; (como se a Terra não fosse redonda). E coisas do gênero. Pelo jeito, é o primeiro avião que ela está vendo à noite. Talvez não existam aviões no Acre, já que nem o próprio existe!</p>
<p>Daria mais um exemplo para o artigo &#8220;<a class="genmed" href="http://www.vigilia.com.br/sessao.php?categ=0&amp;id=1024" target="_blank">Celulares e ferramentas digitais facilitam proliferação de falsos OVNIs</a><span class="genmed">&#8220;, </span><span class="genmed">que </span><span class="genmed">recentemente publiquei no Portal/Revista </span><span class="genmed">Vigília. Em tempos de youtube e megacameras de celulares (embora, neste caso, tenha sido uma filmagem profissional &#8211; até o &#8220;tremular&#8221; da câmera pareceu proposital, para tentar dificultar a identificação), uma imagem não vale mais que mil palavras&#8230;</span><a class="genmed" href="http://www.vigilia.com.br/sessao.php?categ=0&amp;id=1024" target="_blank"><br />
</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Rode o Office Online (Office Live Workspace) no Linux</title>
		<link>http://jeffmart.net/2009/11/27/rode-o-office-online-office-live-workspace-no-linux/</link>
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		<pubDate>Sat, 21 Nov 2009 20:46:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jeff</dc:creator>
				<category><![CDATA[Insólito]]></category>

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		<description><![CDATA[Eu prefiro o  Google Docs. Uso uma extensão no OpenOffice (sim, também prefiro o OpenOffice!) que inclusive já fazia há bastante tempo o trabalho de &#8220;sincronismo online&#8221; que agora a Microsoft colocou prá funcionar na sua suite Office e sua versão &#8220;nas núvens&#8221;.
Mas para quem quiser, ou precisar,  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!-- [adsense:] -->Eu prefiro o  Google Docs. Uso uma <a href="http://extensions.services.openoffice.org/node/3102" target="_blank">extensão no OpenOffice</a> (sim, também prefiro o OpenOffice!) que inclusive já fazia há bastante tempo o trabalho de &#8220;sincronismo online&#8221; que agora a Microsoft colocou prá funcionar na sua suite Office e sua versão &#8220;nas núvens&#8221;.</p>
<p>Mas para quem quiser, ou precisar, aqui vai uma dica sobre como acessar o <a href="http://workspace.office.live.com" target="_blank">Office Live Workspace</a>, a versão MS do GoogleDocs, pelo Firefox, no Linux. O acesso não é perfeito &#8211; é possível fazer todo o resto, menos editar os arquivos online &#8211; mas ainda assim, pode-se baixar um documento, alterá-lo localmente e enviá-lo de volta ao servidor.</p>
<p>O segredo é enganar a checagem do serviço, que bloqueia o acesso para quem não estiver usando IE, Firefox ou Opera, sob qualquer versão do Windows. Com a extensão <a href="https://addons.mozilla.org/pt-BR/firefox/addon/59" target="_blank">User Agent Switch</a>, do FF, fazer isso é fácil. Mas atenção: existe mais uma pegadinha. Não adianta enganar completamente a checagem. Num ambiente Linux, tentar se passar por IE (qualquer versão), ou outro browser, não vai funcionar. O navegador vai parar na página de carregamento e ficará &#8220;carregando&#8221; eternamente.</p>
<p>Só funciona quando fazemos o &#8220;User Agent Switch&#8221;  identicar o brower corretamente como Firefox, mas informar o Windows XP como sendo o sistema operacional do usuário. Nos modelos de &#8220;user agents&#8221; instalados junto com a extensão não há uma configuração que atenda a esse quesito. Então, é preciso criá-la. Para isso, depois de instalar a extensão, vá à aba Ferramentas do Firefox, clique sobre a opção Default User Agent e então selecione &#8220;Edit agents&#8221;.</p>
<p>Crie um novo agente. Pode ser qualquer nome. Chamei aqui de Firefox (WinXP), preenchendo os campos conforme a imagem a seguir:</p>
<p style="text-align: center;"><a href="/media/blogs/officelive2.jpg" target="_blank"><img style="border: 0;" src="/media/blogs/officelive2.jpg" alt="Novo User Agent criado para acessar o Office Online" width="457" height="167" /></a></p>
<p>A linha que identificará seu browser e seu sistema operacional ficará assim:</p>
<p><code>Mozilla/5.0 (Windows; U; Windows NT 5.1; en-US; rv:1.9.1.4) Gecko/20091007 Firefox/3.5.4</code></p>
<p>Salve e então, novamente no menu &#8220;Ferramentas&#8221; do Firefox, clique em Default User Agent para selecionar o recém criado Firefox (Windows XP).</p>
<p>Pronto. Agora basta acessar o Office Live Workspace.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="/media/blogs/officelive1.jpg" target="_blank"><img style="border: 0;" src="/media/blogs/officelive1.jpg" alt="O Office Live Workspace funcionando, no Linux" width="456" height="257" /></a></p>
<p>A dificuldade quanto à edição on-line decorre da necessidade de um plugin no FF que só é instalado quando se instala o componente OfficeLive no Windows. Ele é parte do pacote Windows Live, inclusive. De qualquer forma, para efeito de acesso, armazenamento de documentos e, eventualmente, de compartilhamento, a dica está valendo.</p>
<p>[atualização] A despeito da limitação do editar, vale lembrar que o Office Live Workspace, mesmo no FF, rodando em Windows, não edita os documentos propriamente no navegador, como faz o GoogleDocs. Ao invés disso, abre o arquivo para edição na suite Office, para então devolver ao Workspace. Assim, baixar, editar e &#8220;re-upar&#8221;, no Linux, é fazer praticamente a mesma coisa.[/atualização]</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Recuperando e atualizando o blog</title>
		<link>http://jeffmart.net/2009/11/13/recuperando-e-atualizando-o-blog/</link>
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		<pubDate>Fri, 13 Nov 2009 11:59:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jeff</dc:creator>
				<category><![CDATA[Insólito]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>

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		<description><![CDATA[Depois de alguns meses (ou anos?!) planejando (e combatendo a preguiça!), tomei vergonha na cara e atualizei o motor do blog.  Minha intenção era por prá rodar no WordPress, que tenho usando como plataforma em alguns projetos profissionais, mas tinha muito a perder na migração. De links permanentes  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de alguns meses (ou anos?!) planejando (e combatendo a preguiça!), tomei vergonha na cara e atualizei o motor do blog.  Minha intenção era por prá rodar no WordPress, que tenho usando como plataforma em alguns projetos profissionais, mas tinha muito a perder na migração. De links permanentes a comentários, passando pelo skin, atualizar na unha ia dar muito trabalho.  Fiquei no b2evolution mesmo. O skin é que não teve jeito. Já foi seu prazo, que o Universo o receba de volta como energia&#8230; <img src='http://jeffmart.net/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>De b2evo para b2evo foi bem tranquilo. Nenhuma ocorrência. Mas quem quiser ainda se aventurar a trocar o b2evo para WordPress, sugiro uma leitura aos textos do <a href="http://vladimircampos.com/blog/?p=1078&amp;cpage=1" target="_blank">Blog do Vladimir Campos</a> no <a href="http://linux.eduardosilva.eti.br/migrando-do-b2evolution-2-x-para-o-wordpress" target="_blank">Linux &amp; Asterisk</a> e<a title="A link to home page" href="http://codex.wordpress.org/Importing_Content" target="_blank"> neste FAQ do codex do WordPress</a> . Aliás, o post do Vladimir Campos foi meio que o meu inspirador nesta jornada <img src='http://jeffmart.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>No entanto, nenhuma das soluções menos traumáticas descritas nos tutoriais deles me serviu. Nem mesmo a importação por RSS, adaptada por um dos scripts para varrer diretamente o site ao invés de usar um arquivo de rss, como a nativa do WordPress.</p>
<p>De qualquer forma, tá feito. Agora faltam apenas alguns ajustes e voltar a postar conteúdo, obviamente <img src='http://jeffmart.net/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>Diploma de jornalismo: STF escreve torto, por linhas certas&#8230;</title>
		<link>http://jeffmart.net/2009/06/20/diploma_de_jornalismo_stf_escreve_torto_/</link>
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		<pubDate>Sat, 20 Jun 2009 11:24:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jeff</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>

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		<description><![CDATA[Desde a faculdade, cursada na base do arrocho e do sacrifício, sou contra a exigência do diploma para o exercício da profissão de jornalista. Sim, a minha profissão. Era antes uma opinião mais empírica que filosófica. Afinal, quando precisei de um emprego, meu primeiro, bati na porta de um jornal  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://jeffmart.net/media/blogs/caderno.gif" alt="Torto por linhas certas..." title="Torto por linhas certas..." align="right"/>Desde a faculdade, cursada na base do arrocho e do sacrifício, sou contra a exigência do diploma para o exercício da profissão de jornalista. Sim, a minha profissão. Era antes uma opinião mais empírica que filosófica. Afinal, quando precisei de um emprego, meu primeiro, bati na porta de um jornal em minha cidade. Jornal pequeno de fato, mas o maior da região. Era uma vaga de &#8220;repórter e redator&#8221;. O anúncio estava nas páginas de classificados do próprio veículo. &#8220;Paga-se proporcional à capacidade&#8221;, dizia; lembro-me até hoje. Aos 17 anos, eu nem sabia que era preciso um diploma. Na entrevista, uma senhora muito simpática e falante &#8212; a editora &#8212; depois de perguntar minha idade e retrucar que &#8220;obviamente você não é formado, né?&#8221;, como se precisasse da resposta, deu-me a chance de escrever um texto. Ao me sentar à frente da máquina de escrever (sim!), confessei que também não tinha curso de datilografia. Com a paciência de um editor com um jornal diário para fechar e uma redação composta de apenas mais dois profissionais, ela ainda teve que explicar que aquilo que eu faria era um &#8220;copydesk&#8221;, &#8220;que é reescrever um texto com suas palavras&#8221;, e me mostrou o que era e como usar aquela folha pautada, a lauda, que até hoje é parâmetro de produção de texto em algumas redações (obviamente, convertida em &#8220;número de caracteres&#8221; do editor de textos). Também me lembro do assunto do &#8220;copydesk&#8221;: uma matéria do jornal sindical &#8220;Folha Bancária&#8221; onde informava-se que prosseguiam sem acordo as negociações em torno da campanha salarial dos bancários. Eu precisei de vinte minutos para escrever uma lauda. Acho que ela percebeu que os primeiros dez minutos gastei aprendendo a usar a máquina de escrever. Quando entreguei, incrédula, ela ironizou: &#8220;mas você copiou de onde? Trouxe pronto?&#8221;.</p>
<p>O texto foi publicado no dia seguinte e eu fiquei com a vaga, disputada com outras duas jornalistas formadas. O fato é que se havia uma coisa que eu sabia fazer, essa coisa era escrever. Mais que isso, sabia colocar no papel uma idéia com início, meio e fim, sem muitos erros de concordância ou ortografia. Já sabia ler e interpretar textos, nas suas linhas e entrelinhas, fruto de uma vivência de <i>nerd</i> pobre, míope e CDF, cuja maior parte do tempo fora da escola ocupava lendo jornais do dia anterior, revistas, bulas de remédio ou conversando com a mãe questões da política local que interferiam no seu emprego de funcionária pública. Eu conhecia os nomes de secretários municipais, vereadores, prefeitos, deputados e outros figurões da política local.</p>
<p>Da necessidade nasceu o fascínio pela profissão. Todo dia uma pauta diferente. Novos conhecimentos e desafios à curiosidade. Entrevistas! Ah, como eu tremia na primeira vez que entrevistei alguém ao telefone(!). Dois anos e meio depois eu recebera um convite para trabalhar na assessoria de imprensa de um grande sindicato na região. Nessa época eu já estava matriculado na faculdade de jornalismo, que resolvi fazer depois de abandonar duas matrículas em universidades públicas &#8212; Engenharia Elétrica e Ciência da Computação &#8211;, por descobrir que provavelmente conhecimentos tão específicos não seriam suficientes para aplacar minha curiosidade por temas tão diversos.</p>
<p>Foi mesmo na faculdade que a opinião contra a obrigatoriedade do diploma tornou-se filosófica. Os dois primeiros anos em comum com publicidade e propaganda, e relações públicas, com professores de boa vontade e conhecimento, mas em geral distanciados do mercado, foram um balde de água fria. Nos anos finais, da opção de fato por jornalismo, vivi um pouco mais de dinamismo, sobretudo nas técnicas específicas para cada mídia &#8212; jornal impresso, rádio e TV. Elas ajudaram a revigorar em parte o gosto pela formação. Ainda assim, pesou contra a constatação de que boa parte dos colegas sairia da faculdade com um diploma debaixo do braço, mas nenhuma noção de como organizar suas próprias idéias, ou os relatos dos fatos, para apresentá-los de forma compreensível, imparcial ou não, conforme o caso. E, para piorar, não havia aval das entidades de classe para a prática do estágio, por receio dos noviços ocuparem postos de jornalistas formados nas redações. Como se isso já não ocorresse ou fosse um problema exclusivo do jornalismo.</p>
<p>O gosto por ciências em geral, sobretudo, e a filosofia <i>nerd</i> de buscar uma maior profundidade no conhecimento de tudo quanto me interesso (e o leque é bem razoável), ao longo dos anos contribuíram para solidificar a certeza de que conhecer as técnicas não impedem o jornalista de escrever bobagens homéricas. Muitas vezes um desserviço à informação, noutras, pior, um risco à sociedade.</p>
<p>Com a Internet e a Era da Informação, as coisas se complicaram um pouco. Blogs e blogueiros, interação, informação sob demanda e em tempo real começaram a promover, gradativamente, a obsolescência dos veículos tradicionais. Sim, eles estão se tornando rapidamente ultrapassados. Assim como está se tornando rapidamente obsoleta a profissão de jornalista, ao menos como a conhecemos. Veículos e profissionais (diplomados ou não!), com experiência inegável e um bocado de incentivo da conjuntura, estão buscando se adaptar à mudança. Os jornais abrem suas páginas na Internet a comentários, tal qual o fazem, desde que nasceram, os blogs. As TVs passam a exibir imagens captadas por celulares de telespectadores que estavam no local no exato momento da informação. Os <i>podcasts</i> começam a pressionar as rádios convencionais, espremidas entre o fascínio da imagem e a morosidade do impresso, mas sem a profundidade e o conhecimento de causa dos &#8220;<i>podcasters</i>&#8221; especializados.</p>
<p>Se quero dizer com isso que veículos e jornalistas vão acabar? De forma alguma. Vão, sim, ser superados nos modelos tais quais nos acostumamos com eles. Darão origens a outras formas de comunicação e comunicadores. E esses comunicadores, não precisarão de diploma? Bem, precisarão sim dominar as técnicas desse &#8220;novo jornalismo&#8221; que está surgindo. Mas, mais que isso, precisarão conhecer muito bem DAQUILO que falam e escrevem. Sob esta ótica, a formação para saber COMO falar e escrever é meramente técnica; perfeitamente assimilável num curso de duração reduzida, de habilitação.</p>
<p>Atualmente, a grande maioria das faculdades enrola seus alunos durante dois anos administrando conhecimentos que, na prática, quando muito, os preparam para falar e escrever SOBRE comunicação. E não digo PENSAR a comunicação. Nem mesmo corrigem deficiências elementais, que estão vinculadas às evidentes limitações da educação básica e ensino médio no Brasil. Não é à toa que a maioria dos veículos tem um manual próprio de redação para garantir o exercício do bom português no dia-a-dia dos profissionais.</p>
<p>Neste contexto, a formação especializada na área de afinidade ou interesse é &#8212; e sempre foi &#8212; o diferencial do bom jornalista. E as redações estão cheias deles sim. Para melhor abordar a economia, cursaram Economia. Para falar com propriedade de política, estudaram História e Ciências Sociais. Para falarem sobre áreas técnicas, complementaram seus estudos com uma segunda, às vezes terceira faculdade. E mesmo quando não tiveram a oportunidade de estender sua formação, trataram de buscar a especialização auto-didata ou o <i>background</i> cultural necessário para manterem a empregabilidade. O fato de seus diplomas de jornalismo tornarem-se não obrigatórios não os torna dispensáveis. O que os torna imprescindíveis é sua propriedade na abordagem, em primeiro lugar, e depois, aí sim suas técnicas jornalísticas. Há outras profissões que atualmente não exigem diploma, como é o caso de publicidade. Mas em geral os profissionais diplomados ocupam as melhores posições no mercado. Não raro, o diploma veio mesmo depois da posição, como um complemento, uma expansão de horizontes e conhecimentos necessários ao melhor desempenho.</p>
<p>Tomada por este ponto de vista, a decisão do STF &#8212; a despeito da superficial argumentação de defensores e opositores da obrigatoriedade do diploma durante o processo &#8212; acertou o alvo. A linha estava certa, mas a escrita, torta. Justificar que o incorreto exercício da profissão de jornalista não representa risco à sociedade é passar a borracha em episódios marcantes como a Escola Base ou Ibsen Pinheiro, para citar dois dos mais notórios. Da mesma forma, defender que a obrigatoriedade do diploma ajuda a coibir esse tipo de erro é, se não uma leviandade monumental, no mínimo um ledo engano. A obrigatoriedade representa hoje, isso sim, alguma &#8212; e não muita, já que os veículos usam mil e uma estratégias para burlar isso &#8212; reserva de mercado para os profissionais. Como tal, ao menos garante algum conhecimento extra ao jornalista, que obrigatoriamente frequenta um curso de nível superior. Mas não garante que este terá o conhecimento apropriado para abordar os assuntos de que vai tratar no dia-a-dia. Nem ao menos que saberá traduzir isso ao seu público, com ética e precisão, usando as ferramentas da linguagem.</p>
<p>Neste cenário, em defesa da liberdade de expressão, direito constitucional, simplesmente exterminar essa reserva de mercado sem debater o cerne da questão é aprofundar o problema. Com a proliferação de cursos de jornalismo (e de muitas outras áreas) de fachada, de faculdades &#8220;caça niqueis&#8221;, e, pior, sem um plano de recuperação do ensino fundamental e médio, continuaremos a despejar no mercado profissionais despreparados, sem senso crítico, e incapazes de organizar ou expor uma idéia com início, meio e fim. E esta não é uma realidade vivida apenas pelo jornalismo. Infelizmente, todas as áreas do conhecimento humano no Brasil padecem do mesmo mal. E esse diagnóstico soa até como um consolo para os futuros novos jornalistas diplomados, já que, na prática, é essa deficiência que ainda mantém sua empregabilidade nas redações.</p>
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		<title>Segunda e última chance para o Amarok2</title>
		<link>http://jeffmart.net/2009/06/16/segunda_e_ultma_chance_para_o_amarok2/</link>
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		<pubDate>Thu, 11 Jun 2009 07:17:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jeff</dc:creator>
				<category><![CDATA[Insólito]]></category>

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		<description><![CDATA[No post anterior falei sobre o uso do Amarok para administrar podcasts no Linux. Estou usando o Amarok 1.4, mas o novo padrão no Ubuntu (e qualquer distro com KDE4) é a versão 2.X.
Recentemente foi lançada a versão 2.1. Já havia tentado a 2.0 sem sucesso. Além de não importar as playlists antigas  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No <a href="http://jeffmart.net/index.php/2009/06/10/administrando_podcasts_com_o_amarok">post anterior</a> falei sobre o uso do <a href="http://amarok.kde.org" target="_blank">Amarok</a> para administrar podcasts no Linux. Estou usando o Amarok 1.4, mas o novo padrão no Ubuntu (e qualquer distro com KDE4) é a versão 2.X.<br />
Recentemente foi lançada a versão 2.1. Já havia tentado a 2.0 sem sucesso. Além de não importar as playlists antigas corretamente, não reconhecia os feeds cadastrados na versão anterior (meus Podcasts! Não!) e não era muito claro quanto à forma de conversar com os tocadores mp3 ou mídias externas.<br />
Na versão nova, apesar de algumas melhorias de acabamento na interface, esses problemas continuam. Ele simplesmente não é intuitivo e é pouco prático. E não resgata os feeds! Resultado, voltei para o Amarok 1.4.<br />
No processo, descobri também (e para meu desespero) que o procedimento anterior para instalação do Amarok 1.4 não funciona mais.Os repositórios mudaram. Buscando entre os links do ubuntu.org e do ppa.launchpad.net, achei o caminho:</p>
<p>Desistale o amarok2.X com <code>sudo apt-get remove amarok</code></p>
<p>Edite os repositórios em /etc/apt/sources.list acrescentando:</p>
<p><code>deb http://ppa.launchpad.net/bogdanb/amarok14/ubuntu jaunty main<br />
deb-src http://ppa.launchpad.net/bogdanb/amarok14/ubuntu jaunty main</code></p>
<p>Adicione a chave GPG do repositório com<br />
<code>sudo apt-key adv --recv-keys --keyserver keyserver.ubuntu.com \<br />
0x1d7e9dd033e89ba781e32a24b9f1c432ae74ae63</code></p>
<p>Faça um <code>sudo apt-get update</code></p>
<p>E instale com <code>sudo apt-get install amarok14</code></p>
<p>Pronto. De volta ao bom e velho Amarok <img src='http://jeffmart.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Crédito para o autor da &#8220;regressão&#8221; salvadora, o Bogdan Butnaru</p>
<p>https://launchpad.net/~bogdanb/+archive/amarok14</p>
]]></content:encoded>
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