Pessoal

Toque de recolher em Osasco: boato

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No meio desta noite (25), um boato começou a se espalhar rapidamente no Facebook. O Rodrigo, nosso diagramador no Jornal Visão Oeste pergunta — vocês estão sabendo do toque de recolher em Osasco? Caramba! Não!
A informação era de que criminosos teriam decretado toque de recolher em Osasco. O alvo seriam bairros da zona sul, próximos ao Pestana. A escolha do local não seria à toa: dias antes um bar no bairro tinha sido palco de um ataque por bandidos em motos que mataram 3 pessoas e deixaram outras 5 feridas. O objetivo parecia ser um único sujeito, mas os matadores covardemente mataram também uma mãe que abraçou a filhinha de apenas 7 anos e evitou que ela levasse três tiros, além de outro homem que, segundo a história veiculada, nada tinha a ver com o acerto de contas.
Esse pano de fundo provavelmente serviu de lenha para alimentar a histeria coletiva que se instalou nesta noite. A fonte primária era a Internet. Um perfil público de fãs da cidade dizia que a Delegacia do Pestana teria recebido denúncia anônima avisando do toque de recolher. E todo mundo estava repassando assim a informação.
Estudantes — que deixaram suas escolas nos horários habituais — foram para a rede depois de chegar em casa com histórias sobre encerramento de aulas mais cedo ou fechamento de faculdades e universidades…
Com a esposa e duas filhas preocupadas em casa, fui direto à fonte da informação: a Delegacia do Pestana. É fácil confirmar (ou descartar) esse tipo de boato. Uma ligação. Foi o bastante para o plantonista atender, às 22h30, e afirmar que não havia lá qualquer informação de ataques ou denúncia anônima. Tudo calmo.
Mas até aí, a rádio peão já tinha se encarregado de espalhar o caos…
Como postei no Facebook, o problema desse tipo coisa é a origem da fonte da primeira informação. As pessoas que recebem a história precisam parar e se perguntar, a elas próprias, se ouviram de alguém que ELE PRÓPRIO tinha visto, em primeira mão, o autor das ameaças ou algo equivalente, ou se, como sempre, ouviram OUTRO ALGUÉM QUE TERIA DITO. Faz a maior diferença…
PS. Enquanto termino estas linhas, o amigo José Ricardo, que fez com o grupo OzBikers o tradicional passeio ciclístico das quintas-feiras, informa que acaba de chegar depois de pedalar por toda a cidade com o grupo e nada viu de anormal. Tudo calmo, de novo, na terra de Oz…

Retomada, tempo e ferramentas

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Vou tentar retomar as atualizações deste blog. Faz tempo estou ensaiando, mas ando completamente sem tempo. Agora tenho algumas ferramentas bem legais à mão. Continuo sem tempo, aliás, com menos ainda, mas quem sabe com um pouco de disciplina, aliada às ferramentas adequadas, eu consigo.
Uma destas ferramentas é meu novo brinquedo android, um Atrix, da Motorola. Se bem que é uma injustiça chamá-lo brinquedo. Com ele e comigo. Primeiro porque realmente se tem algo que faço muito pouco no celular é brincar ou jogar. Quando muito, suporto alguns minutos de Angry Birds. Além disso, o aparelho é realmente muito mais do que uma plataforma de jogos. A tela grande, de resolução surpreendente, se não necessariamente estimula, ao menos não chega a desestimular totalmente a escrita. Com a boa performance da escrita Swype, quase me faz lembrar dos bons tempos do Graffiti no Palm IIIxe. Sim, o bom e velho monocromático. Porque a partir daí, nem as telas, nem o graffiti, nem minha acuidade foram as mesmas.
A vantagem agora e que dígito apenas com os dedões 😉
O Atrix é meu segundo Android. O SO da Google me fisgou já no problemático Dext. Não pela experiência em si, que só foi melhor a partir da customização com uma rom cyanogenmod 7, mas pela promessa. Aliás, a “promessa” Motorola com sacadas geniais, mas execuções “meia-bocas”, já havia me encantado antes, com o a1200 😉
De lá pra cá, tem sido uma relação de amor e ódio: venho amando o que é possível fazer com os celulares Motorola, mas odiando o que a Motorola faz com seus aparelhos (e consequentemente com seus donos). Sim, principalmente no que tange às atualizações. Mas de certa forma, vá lá: quem acompanha o mercado sabe que o problema aflige praticamente todos os fabricantes. O grande #fail da Motorola é realmente o descaso com o consumidor brasileiro: promete atualização e volta atrás, atualiza lá fora e dá uma banana para os brasileiros. Quem sabe isso muda com a aquisição pela Google…
Bom hora já deu, né? Texto demasiado longo pra ser escrito no celular, não? Pois é, mas foi 🙂

Qualquer som do celular pelo fone bluetooth mono

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Ouvindo músicas, vídeos e podcasts pelo fone bluetooth mono

Ouvindo músicas, vídeos e podcasts pelo fone bluetooth mono

Ando me divertindo com programa para Android que permite ouvir qualquer coisa do celular usando o fone bluetooth. Chama-se BTMono e uma de suas versões é gratuita no Market. O link e o QRCode para download direto estão ao final deste post.

Antes que alguém se proponha a fazer uma correção, um aviso: não, bluetooth não foi feito para isso. Na verdade foi, mas os celulares não. A maioria dos celulares trata esses nossos bt’s baratinhos (às vezes nem tanto), chamados mono, como meio de transmissão apenas para as conversas de voz. Embora existam de fato limitações na qualidade do áudio, acho mesmo que foi um complô uma forma dos fabricantes de nos forçarem a comprar garantirem uma qualidade maior usando fones bluetooth stereos com um sistema conhecido como A2DP, que são bem mais caros.

No meu celular anterior, que era linux mas não era Android, eu conseguia isso fazendo uma gambiarra matando um processo com o BT ligado e o áudio rolando. No Dext – que, aliás, tá rodando Android 2.3.4 “Gingerbread” (viu Motorola?!), graças à rom Cyanogenmod 7 – não preciso de malabarismos. Ligo o BTMono e ponho o player a executar o que for. Bem prático.

Há uma versão paga, “premium”, que acrescenta firulas funcionalidades. A mais importante talvez seja a capacidade de rearmar após atender uma ligação (a gratuita não faz isso). Por um US$ 1, se você usar muito o fone, talvez valha a compra. Não é exatamente o meu caso. Ainda.

QRCode para download do BTMono direto no celular

Finalmente, migrei pro WordPress

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Fazia tempos estava ensaiando. Agora, finalmente, tomei coragem e fiz. Dei fim ao irritante spam que veio no pacote de instalação do b2evolution e migrei todo o blog para a ferramenta WordPress.

Fiquei meses — talvez anos, se contar os posts de enrolação — para voltar a escrever. Não porque não tivesse temas ou opiniões que quisesse expressar. Ao contrário. De certo que a escassez de tempo (ah, sempre a mesma desculpa!), também tenha contribuído. Mas em verdade, o que andava me tirando do sério era a completa incapacidade do b2 em lidar com o spam. Sobretudo em trackbacks.

Nos últimos meses, eu ficava horas limpando a sujeira. Sim, horas. Até que, num determinado momento, desisti. Total e completa resignação. Abandonei meu blog às traças. Não, aos trackbacks de spammers.

(mais…)

  • julho 2017

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