Insólito

O Acre não existe? Pelo jeito, não existem aviões lá também. Só UFOs/OVNIs

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A notícia é velha, mas só há pouco tomei conhecimento. E achei que valia uma postagem, por que, de toda forma, não valeria uma pauta pro Portal/Revista Vigília. Em outubro, o TV Gazet, do Acre, levou ao ar no Programa “Gazeta Alerta”, uma matéria sensacionalista de um OVNI ou UFO que teria sido filmado sobre a rodovia Transacreana por uma equipe de reportagem. O link para a página da TV com a matéria do tal suposto OVNI é este aqui.

Pra quem quiser clicar e assistir aqui, lá vai, no Youtube:

Ato desesperado por audiência? Poderia discorrer um pouco sobre o movimento, o padrão de luzes, o formato etc. Mas nem precisa. Basta conferir a imagem abaixo.

 

aviacre

 

E a repórter ainda tem a manha de falar “olha o movimento” (da câmera balançando), “desceu atrás da mata” (como se a Terra não fosse redonda). E coisas do gênero. Pelo jeito, é o primeiro avião que ela está vendo à noite. Talvez não existam aviões no Acre, já que nem o próprio existe!

Daria mais um exemplo para o artigo “Celulares e ferramentas digitais facilitam proliferação de falsos OVNIs“, que recentemente publiquei no Portal/Revista Vigília. Em tempos de youtube e megacameras de celulares (embora, neste caso, tenha sido uma filmagem profissional – até o “tremular” da câmera pareceu proposital, para tentar dificultar a identificação), uma imagem não vale mais que mil palavras…

Rode o Office Online (Office Live Workspace) no Linux

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Eu prefiro o Google Docs. Uso uma extensão no OpenOffice (sim, também prefiro o OpenOffice!) que inclusive já fazia há bastante tempo o trabalho de “sincronismo online” que agora a Microsoft colocou prá funcionar na sua suite Office e sua versão “nas núvens”.

Mas para quem quiser, ou precisar, aqui vai uma dica sobre como acessar o Office Live Workspace, a versão MS do GoogleDocs, pelo Firefox, no Linux. O acesso não é perfeito – é possível fazer todo o resto, menos editar os arquivos online – mas ainda assim, pode-se baixar um documento, alterá-lo localmente e enviá-lo de volta ao servidor.

O segredo é enganar a checagem do serviço, que bloqueia o acesso para quem não estiver usando IE, Firefox ou Opera, sob qualquer versão do Windows. Com a extensão User Agent Switch, do FF, fazer isso é fácil. Mas atenção: existe mais uma pegadinha. Não adianta enganar completamente a checagem. Num ambiente Linux, tentar se passar por IE (qualquer versão), ou outro browser, não vai funcionar. O navegador vai parar na página de carregamento e ficará “carregando” eternamente.

Só funciona quando fazemos o “User Agent Switch” identicar o brower corretamente como Firefox, mas informar o Windows XP como sendo o sistema operacional do usuário. Nos modelos de “user agents” instalados junto com a extensão não há uma configuração que atenda a esse quesito. Então, é preciso criá-la. Para isso, depois de instalar a extensão, vá à aba Ferramentas do Firefox, clique sobre a opção Default User Agent e então selecione “Edit agents”.

Crie um novo agente. Pode ser qualquer nome. Chamei aqui de Firefox (WinXP), preenchendo os campos conforme a imagem a seguir:

Novo User Agent criado para acessar o Office Online

A linha que identificará seu browser e seu sistema operacional ficará assim:

Mozilla/5.0 (Windows; U; Windows NT 5.1; en-US; rv:1.9.1.4) Gecko/20091007 Firefox/3.5.4

Salve e então, novamente no menu “Ferramentas” do Firefox, clique em Default User Agent para selecionar o recém criado Firefox (Windows XP).

Pronto. Agora basta acessar o Office Live Workspace.

O Office Live Workspace funcionando, no Linux

A dificuldade quanto à edição on-line decorre da necessidade de um plugin no FF que só é instalado quando se instala o componente OfficeLive no Windows. Ele é parte do pacote Windows Live, inclusive. De qualquer forma, para efeito de acesso, armazenamento de documentos e, eventualmente, de compartilhamento, a dica está valendo.

[atualização] A despeito da limitação do editar, vale lembrar que o Office Live Workspace, mesmo no FF, rodando em Windows, não edita os documentos propriamente no navegador, como faz o GoogleDocs. Ao invés disso, abre o arquivo para edição na suite Office, para então devolver ao Workspace. Assim, baixar, editar e “re-upar”, no Linux, é fazer praticamente a mesma coisa.[/atualização]

Recuperando e atualizando o blog

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Depois de alguns meses (ou anos?!) planejando (e combatendo a preguiça!), tomei vergonha na cara e atualizei o motor do blog. Minha intenção era por prá rodar no WordPress, que tenho usando como plataforma em alguns projetos profissionais, mas tinha muito a perder na migração. De links permanentes a comentários, passando pelo skin, atualizar na unha ia dar muito trabalho. Fiquei no b2evolution mesmo. O skin é que não teve jeito. Já foi seu prazo, que o Universo o receba de volta como energia… 😉

De b2evo para b2evo foi bem tranquilo. Nenhuma ocorrência. Mas quem quiser ainda se aventurar a trocar o b2evo para WordPress, sugiro uma leitura aos textos do Blog do Vladimir Campos no Linux & Asterisk e neste FAQ do codex do WordPress . Aliás, o post do Vladimir Campos foi meio que o meu inspirador nesta jornada 🙂

No entanto, nenhuma das soluções menos traumáticas descritas nos tutoriais deles me serviu. Nem mesmo a importação por RSS, adaptada por um dos scripts para varrer diretamente o site ao invés de usar um arquivo de rss, como a nativa do WordPress.

De qualquer forma, tá feito. Agora faltam apenas alguns ajustes e voltar a postar conteúdo, obviamente 😉

Segunda e última chance para o Amarok2

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No post anterior falei sobre o uso do Amarok para administrar podcasts no Linux. Estou usando o Amarok 1.4, mas o novo padrão no Ubuntu (e qualquer distro com KDE4) é a versão 2.X.
Recentemente foi lançada a versão 2.1. Já havia tentado a 2.0 sem sucesso. Além de não importar as playlists antigas corretamente, não reconhecia os feeds cadastrados na versão anterior (meus Podcasts! Não!) e não era muito claro quanto à forma de conversar com os tocadores mp3 ou mídias externas.
Na versão nova, apesar de algumas melhorias de acabamento na interface, esses problemas continuam. Ele simplesmente não é intuitivo e é pouco prático. E não resgata os feeds! Resultado, voltei para o Amarok 1.4.
No processo, descobri também (e para meu desespero) que o procedimento anterior para instalação do Amarok 1.4 não funciona mais.Os repositórios mudaram. Buscando entre os links do ubuntu.org e do ppa.launchpad.net, achei o caminho:

Desistale o amarok2.X com sudo apt-get remove amarok

Edite os repositórios em /etc/apt/sources.list acrescentando:

deb http://ppa.launchpad.net/bogdanb/amarok14/ubuntu jaunty main
deb-src http://ppa.launchpad.net/bogdanb/amarok14/ubuntu jaunty main

Adicione a chave GPG do repositório com
sudo apt-key adv --recv-keys --keyserver keyserver.ubuntu.com \
0x1d7e9dd033e89ba781e32a24b9f1c432ae74ae63

Faça um sudo apt-get update

E instale com sudo apt-get install amarok14

Pronto. De volta ao bom e velho Amarok 🙂

Crédito para o autor da “regressão” salvadora, o Bogdan Butnaru
https://launchpad.net/~bogdanb/+archive/amarok14

Controle remoto bluetooth para Linux com o Palm Centro

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Com uma TV de telona na sala, com entrada VGA para micro, gastei um tempo procurando uma forma de arranjar um controle remoto para o notebook. Afinal, é pouco prático dar pausa, avançar ou retroceder quando se tem que levantar, ir até o note, às vezes tirar do modo tela-cheia, usar duas ou mais teclas de atalho etc. Além disso, vez ou outra uso o note em apresentações e já tinha sido enfeitiçado pela mágica de usar um celular bluetooth como auxiliar nesta situação.
No início era um SonyEricsson z530. Uma mão na roda, já que o modesto aparelhinho vem com um aplicativo nativo que simula perfis de hardware denominados “hid” (humam interface devices – ou dispositivos de interface humana). E em vários sites encontrei diferentes layouts hid que se ajustavam bem à maioria dos aplicativos que uso. Quando não encontrava, sempre havia a possibilidade de usar um layout genérico de teclado.
Com o a1200 da Motorola que o seguiu, consegui a mesma eficiência usando o opensource AnyRemote (e a interface Kanyremote, para KDE), que interage com uma aplicaçãozinha J2ME (java para celulares) no aparelho.
No começo deu um pouco de trabalho conseguir uma conexão com o notebook, mas encontradas as particularidades de endereçamento e portas (neste caso, o “canal” bluetooth), a dupla funcionou perfeitamente. O bacana dessa solução é que além de muitos perfis prontos para uso, não há necessidade de carregar diferentes layouts de tela para o controle remoto no celular. O programa no computador se encarrega de mandar o layout dos botões conforme a aplicação em uso.
Agora, no Palm Centro, ainda não descobri como, ou SE, é possivel usar a parte celular (j2me) no telefone. Mesmo com a máquina virtual java da IBM no Centro, o aplicativo roda mas não se conecta ao computador.
Eis que então encontrei o palmBTremote. Um script em Perl rodando no computador e um pequeno programa no Palm permitem o acesso remoto ao micro.
Embora trabalhe com o mesmo sistema de perfis, estes estão embutidos no próprio cliente para palm e são bem poucos; apenas para Totem, MythTV e Rythmbox. Mas dois perfis genéricos, para mouse e teclado, resolvem a maioria das demais situções.
A instalação é bem simples: com as bibliotecas Perl instaladas em qualquer distribuição linux, basta rodar o script palmBTremote-linux.pl no computador alvo e abrir o palmBTremote.prc no Palm. E usar o micro/note no datashow, ou como DVD-Player, ou melhor ainda, como BlueRay player.
Um detalhe importante é que é preciso ter o pacote xautomation e a biblioteca libnet-bluetooth-perl instalados em sua distribuição linux favorida. Ao menos no Ubuntu eles não estão instalados por padrão. Mas nada que um apt-get install não resolva rapidinho 🙂

Ouvindo (e administrando) podcasts com o Linux

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No último ano e meio, até abril último, precisei encarar diariamente o trânsito maluco de São Paulo. No mínimo uma hora de ida, outra de volta. Foi neste período que converti-me num dependente de podcasts. Sobre todos os assuntos. Virei fã e ouvinte assíduo do ótimo (e “[i]hors concours[/i]”) Nerdcast, do NowCafé, Viver Digital, RapaduraCast, Guanacast, Papotech, Vladimir Campos PodCast, o Escriba Café apenas prá citar alguns…

E eventualmente encontrando na net postagens e tutoriais que falam sobre formas de acompanhar podcasts, é impossível não reparar a quase unanimidade que é o iTunes nas recomendações. Também, pudera: o iPod é referência como tocador, e emprestou nome até para o termo “Podcast”. Mas é fato que há várias ferramentas prá fazer isso, e pode-se destinar desde um mp3 player genérico até outro tipo de tocador. Mais complicado ainda quando se trata de conseguir fazer isso no Linux. Ou não…

No meu caso, inicialmente ouvia pelo tocador de CD/MP3 do carro, usando um pendrive na entrada usb ou o um cartão de memória SD no slot que também acompanha o player automotivo. (Não, nada de tocador caro e de marca: um modelo genérico, realmente muito barato, e ainda comprado em suaves prestações num grande hipermercado. Até bluetooth para falar no celular por viva voz ele tem, e saiu por menos de R$ 200,00!).

Para administrar os podcasts, o Linux (atualmente estou usando o Kubuntu, mas comecei esse processo usando o OpenSUSE) conta com algumas ferramentas. A maioria dos tocadores de mídia mais conhecidos é capaz de funcionar como agregador, baixar e transferir os arquivos de audio para pendrives, cartões de memória, tocadores mp3 e, vejam só, iPods 🙂 Mas por uma questão de facilidade de uso, integração com o KDE, interface etc, minha escolha é o Amarok. Já era meu tocador favorito no desktop e no note, porque realmente é muito bom! Basta cadastrar o feed, configurar para baixar o último episódio ou episódios e de quanto em quanto tempo o Amarok fará a verificação. Simples assim. Automaticamente, novos episódios são colocados na lista para transferência para serem passados ao tocador/pendrive/iPod etc quando você conectá-lo ao micro com o Amarok aberto e clicar “Conectar” e depois “Transferir”.

[Atualização]Este post já havia sido foi escrito há várias semanas, mas acabei não liberando por qualquer razão. Hoje, quando retomei, achei que caberia um “ps” com observações: recentemente tentei usar o novo Amarok 2.1, após a atualização do Kubuntu para a versão baseada no Ubuntu 9.04 – o “Jaunty”. Mas não gostei. Reescrito, ainda tem que passar por muitas melhorias para chegar aos pés do seu antecessor, o Amarok 1.4. Que, aliás, ainda é instalável mesmo sob KDE4 e no Jaunty, com essa dica: http://nomad.ca/blog/2009/apr/3/amarok-14-jaunty-ubuntu-904/. E praticamente deixei de lado o tocador automotivo. É ainda mais prático ouvir no Palm Centro que peguei na faixa recentemente numa renovação de contrato com a Operadora de celular… Mas isso é assunto prá outro post![/Atualização]

De volta ao jogo… 2

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Depois de longo e tenebroso apagão de servidor (hospedagem gratuita, experiência mal sucedida), eis de novo no ar meu [/modo MUITO presunçoso on]bom e velho blog[/modo MUITO presunçoso off] (ok, mais velho que bom, prá algo que ficou tanto tempo fora do ar…).
Agora é arrumar tempo prá atualizar e recuperar meus dois leitores :-), entre os dois leões por dia que tento matar, as tarefas do lar, os projetos malucos, a Vigília, enfim, tudo o mais aonde me leva essa mania de querer abraçar o mundo…
Mas este é outro problema. Uma coisa de cada vez. Ou várias. Ou não. o.O

A invasão dos OVNIs, fantasmas e toda sorte de fenômenos… de computador

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A febre recente dos tais UFOs no Haiti, que rapidamente entraram para a lista dos mais assistidos no Youtube, mostra bem o quão difícil a era digital em que vivemos pode tornar a vida dos pesquisadores (sérios) e interessados em temas polêmicos e espinhosos como a Ufologia.

Não que as fraudes sejam uma novidade. De fato, são a coisa absolutamente mais comum da Ufologia (e não me perguntem sobre provas autênticas porque, no máximo, vão me ver/ouvir argumentar que há evidências de fenômenos desconhecidos, não necessariamente sobrenaturais ou extraterrestres). Mas a facilidade com que essa bela fraude foi criada (ou “experimento”, como denominou seu autor), com ferramentas ao alcance de qualquer usuário de PC, mostra como os computadores podem gerar novas “realidades” e como essas novas “realidades” são facilmente aceitas.

[video:youtube:up5jmbSjWkw]

Depois desse tipo de montagem, fica um pouco mais difícil convencer alguém da diferença entre a fantasia e realidade. Mesmo depois de tantos desmentidos e informes sobre a fraude circulando na rede, ainda recebo diariamente e-mails que continuam apenas com a versão fantasiosa…

Por outro lado, passada a “ressaca”, fico imaginando quando — e se — alguém se deparar com o verdadeiro insólito, a dificuldade que vai ser convencer (que é diferente de comprovar, diga-se) as pessoas de que trata-se de realidade, de fato…

De qualquer forma, se isso ajudar a aguçar o senso crítico da sociedade, desenvolver um pouco mais de ceticismo saudável e coerente com o pensamento científico, não estará tudo perdido…

Reorganizando a vida…

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Faz tempo que não publico nada no blog… É… de novo aquela velha história de falta de tempo, compromissos, tarefas, isso e aquilo… Todo blogueiro passa por fases assim, ainda mais quando faz outras coisas prá ganhar a vida e não vive do blog — economicamente falando. Mas é fato que, quando não se trata de um blogueiro que vive para o blog ou que vive do blog, nem sempre publicar alguma coisa é a prioridade (item 5 do Sérgio ;D).

Tá bem, não tenho desculpas… Mas algumas justificativas, vá… E bemmm pessoais… Como o fato de já ter ganho presente neste último dia dos pais 😀 Meio antecipado, é fato, porque é prá janeiro… Mas tá sendo muito bacana 🙂 E se meu blog tivesse um tom um pouquinho mais pessoal, eu talvez ocupasse muitos megabytes de espaço em descrições do que isso muda na cabeça dos marinheiros de primeira viagem… Mas não é 😛 … E os papais experientes considerariam no mínimo chato. Então, me reservo o direito de guardar essas alegrias, medos e anseios comigo…

No entanto, há mais coisas acontecendo, também na vida profissional. É um período de mudanças importantes, que estão exigindo um melhor planejamento e aproveitamento do tempo. Por isso resolvi buscar formas de melhor usar as ferramentas de organização pessoal e produtividade que já conhecia. Além, claro, de me forçar a uma mudança de hábitos…

As noites em claro já começaram a rarear e a dar lugar a caminhadas pela manhã bem cedo, momento em que posso ouvir vários podcasts de diversos assuntos, graças ao celular (o Sonyericsson z530i), que funciona como mp3player e sincroniza muito bem com o Amarok (na minha opinião, devendo muito pouco à dupla iPod + iTunes). Nada mais integrado para um usuário Linux!

No campo do entretenimento, as séries que gosto de acompanhar, já que não tenho muito mais tempo de ver TV à noite, são gravadas no HD (ou baixadas) e convertidas para serem assistidas no Palm (um já obsoleto TE2), com o Mencoder mesmo, tudo em linha de comando; depois que a gente pega o jeito, é o modo mais prático.

Aliás, o Palm voltou a ser usado também para organizar a vida, como o era desde o princípio. Depois de apanhar um pouco, descobri o caminho das pedras para colocá-lo sincronizado com o Korganizer (sim, nada mais apropriado para um usuário KDE), através do Kpilot. O segredo, usando uma versão recente do “pilot-xfer” (que é quem faz a coisa funcionar), é colocar no “device” apenas “usb:”.

A última barreira era a convergência de muitas agendas numa só ferramenta: as agendas dos clientes, que tenho que acompanhar, a agenda dos projetos e trabalhos da Nova Onda, a agenda pessoal (não quero perder nenhum ultrasom!!!), a agenda do Portal/Revista Vigília… O Google ajudou muito nesta hora. Primeiro, com o GCalendar, que permite importar diferentes tipos de agendas. Depois, com o iGoogle, que virou definitivamente minha página de entrada no Firefox graças à habilidade de apresentar as entradas do GCalendar, aniversários do Orkut (isso era um problema. Me sentia sempre culpado. Entro muito pouco lá e sempre perdia a chance de felicitar os amigos) e um monte de outras informações, de notícias selecionadas a previsão do tempo.

A última grande descoberta foi o GCalDaemon, a cereja do bolo! Esse aplicativo java (e por isso mesmo multiplataforma) permite ao leitor de calendários padrão (a maioria deles, mas, no meu caso específico, o Korganizer) manter comunicação de duas vias com o GCalendar (e não apenas em modo somente leitura). Assim, a administração de todas essas agendas pode ser feita agora via Palm, não apenas com a consulta, mas também para adição e edição de eventos!

Pronto. Finalmente as experiências e aprendizados de noites a fio estão convergindo para coisas úteis… E é fato… Organização funciona… Já dedico mais tempo à família. Estou dormindo mais. Conseguindo ser mais produtivo… Até escrevendo aqui novamente eu já estou!!! 😉

Apelação da Citröen

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A Citröen está lançando uma campanha, no mínimo, de mau gosto. Lançou um site chamado www.mundodaastronomia.com, com a catastrófica notícia de que um asteróide chamado 2-Pallas (ou Pallas 2), de medidas quilométricas (esdrúxulas, mas ainda assim, quilométricas) irá se chocar com a Terra.
Descobri essa notícia gerando apreensão nas listas de Ufologia. Ocorre que a propriedade do domínio deixa claro do que se trata.
Um pouco depois, descobri que o BlueBus também já estava dando o alerta. Aliás, muito bem dito lá: quem vai acreditar agora no carro?
O maior problema é que alguns jornalistas compraram a idéia e divulgaram como se fosse fato… E alguns veículos inicialmente toparam veicular a peça “maquiada” como notícia, depois voltaram atrás.
Realmente não sei o que é pior. O mau gosto da campanha, um arremedo de “Guerra dos Mundos” (que, a despeito da fama do radialista Orson Welles, na sua época também foi uma tremenda idiotice), ou falta de checagem da notícia por parte dos jornalistas/veículos.

  • dezembro 2017

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