Informática

Seus programas favoritos no pendrive…

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Um pendrive

A propósito, voltando um pouco ao assunto desde post, faltou completar a dica indicando uma modalidade de aplicativos oferecida pelo projeto http://portableapps.com/. Com as versões portáteis dos aplicativos num pendrive, é possível levar a qualquer lugar, a qualquer micro, seus programas preferidos, com todas as suas configurações pessoais, dados, e-mails, favoritos etc.

O Portableapps disponbiliza duas versões de pacotes padrão — uma mais completa e outra mais enxuta — para diferentes tamanhos de pendrives, e outra que pode ser personalizada, com a inclusão dos softwares à escolha do usuário. Claro, há ainda a opção de baixar os programas individualmente. Há programas que vão de servidores Apache/PHP/MySQL aos mais triviais, como Firefox e Thunderbird.

O pai do Linux?

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Segmentar editorias nos grandes veículos é uma necessidade. E os leitores se acostumam à informação segmentada, esperando matérias especializadas, escritas por jornalistas que entendam do assunto. Mas vez por outra (e não raro!) o sistema fura, e aí acontecem coisas assim: a “Informática” da Folha On-Line chama o Richard Stallman de Pai do Linux.

Tudo bem que já houve alguma polêmica na rede por causa de um estudo muito do picareta que tentou tirar do Linuz a paternidade do Linux (aliás, os nomes não são coincidência). Mas que a editoria da Folha On-Line podia ter sido mais criteriosa ao reproduzir o texto, ah podia. Me fez lembrar o tempo em que chamavam Palm de “agendinha” |-|

Atualização: mais gente deve ter reclamado, porque o texto foi corrigido como se nada tivesse acontecido :-/

Mas fica aqui o registro, que ainda consegui no agregador:

paidolinux

Dedo na (no) Vista :-)

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Agora que está oficialmente lançado o Vista, virou moda comentar o tema, ou ponderar se vale a pena ou não trocar; falar bem ou mal da nova menina dos olhos da Microsoft.

Mas não me lembro de ter visto algo realmente útil como esse teste publicado no Tom’s Hardware Guide, numa análise extensa, com diversos processos e softwares usados no dia a dia.

O resultado: um dedo na vista, digo, uma dedada no Vista. Claro, minha opinião não é isenta, pode-se dizer. É de um usuário Linux. Mas também sou usuário avançado de Windows, desde a versão 2.0 (Sim! Houve uma versão 2.0!). E não tenho absolutamente nada de objetivo contra, exceto que a) hoje percebo como eu era tolerante a travamentos bisonhos e b) a partir do XP, meus micros pareciam sempre obsoletos diante do consumo de recursos do OS proprietário…

São avaliações subjetivas, é fato. Mas tenho a impressão de que, com o Vista, minha queixa b) ganharia reforço.

Agora, o que acho no mínimo curioso é que, num teste feito com um equipamento acima das recomendações mínimas para o Vista, o XP tenha se saído melhor. Também não creio que seja o fim do mundo. Acho mesmo bem possível que haja embutidas no novo sistema operacional soluções e tecnologias para as quais ainda aparecerão novos drivers, programas e/ou novos hardwares (epa, as coisas não estão se invertendo aqui????)… Afinal, a velocidade de lançamento de novidades não é o forte dos caras lá de Redmond, e todo S.O. vem de lá com o desafio de se manter líder de mercado durante um bom tempo.

A questão é que, até lá, e enquanto isso não acontece, o usuário final já estará lidando com problemas dos mais corriqueiros, às voltas com instalação problemática do antivírus, do jogo 3d etc. E é aí que mora o perigo para o Vista…

Certa vez um amigo me disse que o XP era o matador dos S.O.s já feitos pela Microsoft. Com estabilidade superior à do Windows2000, com a simplicidade e leveza comparáveis à da versão 98se. Isso na “categoria dos windows”, prá ter em casa, dizia ele (que, bastante preocupado com segurança, sempre usou — e usa até hoje — FreeBSD em seus servidores). Pelo jeito, continua sendo… Mas vá lá… Depois que a gente passa dos trinta acho que sempre tem aquela tendência de começar a ficar saudosista…

O SO de bolso (ou Linux no Pendrive)

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A maioria dos usuários Linux já ouviu falar na possibilidade de rodar uma distribuição Linux a partir de um pendrive. Com a queda dos preços, esse tipo de dispositivo caiu no gosto dos usuários. Vale ressaltar também motivos como sua maior confiabilidade e capacidade em relação aos obsoletos disquetes e zipdrives, e as obvias vantagens sobre CDs e DVDs regraváveis. E agora ainda incorporaram outras vantagens, como tocador de mp3, gravador e voz etc outras…

No escritório tenho algumas máquinas bem velhinhas. Além disso, volta e meia algum amigo me pede para consertar um PC que não dá mais boot, pegou vírus, pegou fogo, foi atropelado, etc… E não é todo mundo que troca de PC todo ano… Para esses momentos, eu vivia procurando uma distribuição Linux capaz de rodar algumas ferramentas de salvamento de micros e, de quebra, que me oferecesse, sempre à mão, um desktop amigável. Graficamente atraente — mesmo que espartano — e ainda assim podendo receber e-mails, manter configurações pessoais, documentos etc. E tinha mais um porém: precisaria ser um que pudesse dar boot mesmo em máquinas mais velhinhas, que não têm suporte a boot pela USB na BIOS, usando para isso o boot pelo disquete.

Desde o início, achei várias opções. Essa lista dá uma idéia.. Claro, teoricamente, qualquer distro pode ser instalada e dar boot pelo pendrive. Com pendrives cada vez maiores (1GB, 2GB, 4Gb e subindo…), talvez seja possível instalar todo o Fedora ou o Kurumin num deles. :))

Mas por fim acabei optando pelo SLAX. Baseado no Slackware, tem versões de 50mb a 220mb, com script criador de CD e pendrive de boot pelo Linux e até software pronto prá fazer o mesmo pelo Windows. Fácil de instalar novas funcionalidades, podendo facilmente ficar em português, e tem até KDE se a máquina tiver alguma RAM sobrando. O único problema dele é o suporte a boot USB na BIOS. Sem suporte, nada de boot.

Mas depois de estudar um pouco como as distribuições DSL e Puppy conseguem a façanha, acabei criando meu próprio disquete de boot (a imagem que pode ser gravada em disquete pelo dd no Linux ou rawrite no Windows está aqui). A vantagem é que, com algumas modificações simples nos arquivos – basicamente indicações de path e nomes de arquivos no autoexec.bat, teoricamente esse disco é capaz de dar boot em qualquer distro Linux instalada num pendrive, mesmo que a bios não suporte isso.

O negócio é o seguinte: no boot, o Linux carrega uma imagem do kernel e um conjunto de instruções (em alguns casos) chamado initrd ou minitrd. Numa distro pronta para USB, como o DSL, ambos cabem no disquete de boot, e um aplicativo para DOS — no dsl o “bootloader” syslinux — carrega o SO de fato. No caso do Puppy, já não é assim: a imagem do kernel e a initrd continuam no pendrive, mas um disco raro de boot, chamado wakepup, contém drivers para habilitar a USB no DOS e então poder iniciar o linux no pendrive com o “bootloader” loadlin.

O Slax, originalmente previsto para rodar no CD, até tem um diretório com as ferramentas para dar boot pelo DOS, mas primeiro era preciso fazer o DOS reconhecer o pendrive. Levei um tempo até achar os drivers USBASPI.SYS e ASPIDISK.SYS, capazes de fazerem isso. Costumam ser encontrados sob os codinomes Panasonic v2.06 ASPI Manager for USB mass storage e USB Motto Hairu DOS Drivers (não me perguntem sob qual licença, que não faço a mínima, e se fizesse, talvez não tivesse compartilhado a imagem de disquete 88| ) e são os únicos capazes de fazer o DOS encontrar pendrives…

Ah, o DOS. Não, o FreeDOS! Numa “distribuição” preparada para caber em um disquete, chamada ODIM, achei tudo o mais necessário para criar o disquete. De quebra, mais algumas ferramentas de recuperação de partições fat16 ou fat32 (lembra do bom e velho undelete? rsrsrs)

Com isso na mão, e um monte de tentativas e erros nos comandos de arquivos em lote do Freedos (vai tentar lembrar como se configura e cria scripts com comandos dentro do autoexec.bat e do config.sys, vai…), tá pronto o disco de boot.

Com o antivirus Clamav (para partições windows, entenda-se) instalado via módulo e os pacotes fsck(.dos,.refeirs,.extX) e ntfsfix, em menos de duas semanas a dupla disquete/pendrive já foi usada prá ressuscitar dois PCs condenados. Um deles ganhou até um Slax definitivo 🙂

Linux NÃO é Windows!

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Procurando alguma coisa sobre como rodar Linux instalado num pendrive (vai ser assunto de outro post), deparei com o excelente artigo que dá título a este post… Linux NÃO é Windows!

Fora do contexto, a comparação em si vai fazer parecer que o Linux não é para usuário doméstico, o que não é, exatamente, a opinião do artigo… Por isso recomendo a leitura integral… Mas achei muito bacaninha a analogia entre o sistema pronto e o Linux, usando o Lego como exemplo 😀

Uma situação paralela que pode enfatizar o problema é o Lego. Imagine o seguinte:

Novato: Eu quero um novo carrinho de brinquedo, e todos estão apaixonados pelos grandes carros Lego. Então eu comprei um Lego, mas quando eu cheguei em casa, eu só tinha uma carga de tijolinhos, engrenagens e outras coisas na caixa. Onde está meu carro??

Maduro: Você tem que montar o carro a partir das peças. Este é o ponto central do Lego.

Novato: O que??? Eu não sei como montar um carro. Eu não sou mecânico. Como eu vou saber como por as peças em seus lugares??

Maduro: Tem um folheto dentro da caixa. Lá é mostrado exatamente como juntar as peças para montar o carro. Você não precisa saber como fazer, você só precisa seguir as instruções.

Novato: OK, encontrei as instruções. Vai levar horas para montar! Porque eles simplesmente não o vendem como um carro de brinquedo, ao invés de fazer você montá-lo??

Maduro: Porque nem todo mundo quer fazer um carrinho com o Lego. Pode-se fazer qualquer coisa que quiser. Este é o ponto.

Novato: Eu continuo não vendo porque eles não vendem como um carrinho e assim quem quer um pode tê-lo e as outras pessoas podem desmontar se quiserem. De qualquer forma eu finalmente consegui por tudo junto, mas algumas peças estão se desprendendo. O que eu faço? Posso colar?

Maduro: É um Lego. Foi projetado para vir desmontado. Este é o ponto.

Novato: Mas eu não o quero separado. Eu só quero um carrinho!

Maduro: Mas então porque você comprou uma caixa de Lego??

Está perfeitamente claro para todo mundo que Lego não é realmente feito para quem só quer um carrinho de brinquedo. Você não ouve conversas como essa na vida real. O ponto central do Lego é que você se diverte montando e que você pode fazer qualquer coisa com ele. Se você não tem interesse em montar nada o Lego não é para você. Isto é obvio.

Desde o longo tempo em que o usuário de Linux está envolvido é a mesma verdade para o Linux: é um conjunto de software de código aberto totalmente adaptável. Este é o ponto central. Se você não quer explorar um pouco os componentes, porque diabos usá-lo?

Mas um grande esforço foi feito recentemente para tornar o Linux mais adequado para os não-hackers, uma situação que não está muito distante de vender kits de Lego pré-montados, de forma a fazê-lo mais atrativo para o grande público. Por isso você ouve conversas que não estão distantes daquela acima: novatos reclamam da existência daquilo que os usuários estabelecidos consideram ser características fundamentais, e ressentem-se por ter que ler o manual para fazer algo funcionar. Reclamam de haver muitas distribuições, ou que o software tem muitas opções de configuração; ou que não funcionam perfeitamente quando instalados; é como reclamar que o Lego pode ser encontrado em muitos modelos e não como de fato que ele pode ser desmontado em partes e montado em muitas outras coisas.

Só reforçando, visite o texto integral: http://apimente-br.tripod.com/LNW.htm. É uma tradução do original em inglês, que pode ser encontrado aqui: http://linux.oneandoneis2.org/LNW.htm

Meu template/skin voltou!

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Não foi lá muito fácil, e embora não quisesse não resisti. Algumas horas depois, o skin/template que eu gosto está de volta.

Apesar das várias consultas que encontrei no fórum do B2, não achei comentário de alguém que tivesse conseguido fazer o “Mars Spirit” funcionar a partir da versão 0.9.2…

Mas este ótimo tutorial aqui e a documentação do próprio site do B2evolution foram muito úteis.

Não, nenhum deles tem a solução prontinha, com passo a passo. O copiar/colar simplesmente não funciona. Ao menos não com um skin tão antigo. É provável que funcione com skins feitos já para as versões 0.9.2 em diante do B2. Mas para versões anteriores (caso desde aqui), é preciso entender um bocadinho do código (também PHP) prá conseguir encaixar as coisas…

Acho que ficou bem parecido com o que era antes. Aproveitei e fiz umas melhorias na área de comentários e acrescentei algumas novidades do B2 novo…

Diário de migração… ((Kurumin vs. Ubuntu) vs. Windows)

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Já faz um tempo resolvi fazer minha mudança do mundo do código proprietário para o código livre. Do Windows para o Linux.
Iniciante, com um equipamento absolutamente obsoleto – então um notebook ThinkPad 600 (PII, 300mhz, e apenas 128mb de RAM + HD de 6gb ) – optei pela já famosa distribuição (ou distro, como gostam os iniciados 🙂 ) brasileira Kurumin, em uma experiência que mencionei num texto anterior.
Na época, foi uma opção mais prática que ideológica. No Thinkpad, comprado usado, o Win98 original estava longe de ser estável. E chegou um momento em que precisei rodar um PostgreSQl, algo bem custoso para o Win98.

(mais…)

OpenOffice novo, e agora corretor gramatical

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Seguindo essa dica aqui, instalei ontem uma versão nova do OpenOffice, a 2.0.2, em substituição ao 2.0.0 que veio na minha instalação do Kurumin 6. Muito bacana a nova interface gráfica. Só voltei aos antigos icones no menuK (o “iniciar” do KDE), que achei mais objetivos.

Mas me surpreendi com a notícia apontada no Guia do Hardware, dando conta do lançamento, com licença LGPL, do novo corretor gramatical em português (do Brasil!) para OpenOffice. O nome é esquisito, CoGrOo, mas a idéia é sensacional!

Não se trata de mais um corretor ortográfico, mas um assistente que pode identificar construções incorretas de gramática, e evitar coisas do tipo “A gente vamos dar tudo de si para ganhar o jogo”. Ainda está em estágio inicial, exigindo que a máquina rode perl e java, mas até versão Windows já tem. E o futuro é uma grande promessa!

::Via Notebook – Kurumin 6::

Artigo no Guia do Hardware

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Quem diria… Eu completamente “newbie” em linux com um artigo publicado no Guiadohardware.net, referência para usuários linux – não só da ótima distro do autor, o Carlos Morimoto, do Kurumin…

Pois é, a coisa começou por necessidade mesmo: precisei trocar de notebook para acelerar o trabalho, e nem Kurumin nem Ubuntu deram conta de colocar em funcionamento o monitor de bateria e os processos relacionados à interface de controle de energia, a tal ACPI. Depois de tanto encher a paciência (enorme, diga-se) dos usuários avançados do fórum do Kurumin e Guia do Hardware, acabei encontrando uma forma de fazer a ACPI funcionar no meu Acer Aspire 3004 NLCi.

De quebra, percorri o caminho das pedras que pode ajudar os usuários de outros equipamentos portáteis e muitos PCs de mesa também a solucionarem o seu problema. Daí, a convite do Morimoto, escrevi o pequeno tutorial/artigo “Corrigindo DSDT e ativando ACPI no Linux“.

Não é nada novo de fato, mas uma compilação de soluções encontradas em outros foruns, a maioria em inglês, reunidos numa solução prática para o Kurumin e com instruções para outras distros.

Agora só falta escrever o artigo que o Sérgio me sugeriu pro Webinsider 😉 Com o novo note redondinho, é mais tranqüilo…

::Via Notebook::

Sacanagem…

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Putz, ontem o blog foi hackeado. O camarada foi “bonzinho”(!): apenas adicionou um post e se inseriu na relação de usuários.
Esse é o mal de ferramentas prontas. Por melhores que sejam, sempre há brechas e, pelo uso disseminado da ferramenta, rapidamente aparecem scripts para explorá-las. Alguns mais destrutivos que outros, mas sempre os há.
Por isso meu amigo Duwde recomenda o uso de código próprio sempre que possível. A dica vem mantendo os portais que criei, incluindo a Vigília, à salvo. Não que seja garantia de alguma coisa, mas é uma segurança a mais. A única parte que é código pronto na Vigília, por exemplo, o fórum PHPBB, já foi hackeado umas três vezes.
E à salvo que digo é apenas longe de “pichadores” virtuais. Porque hacker mesmo, conhecedor das linguagens de programação e scripts, se quiser mesmo invadir algum sistema invade, com ou sem conhecer o código. Pichador só usa um exploit prontinho que outra pessoa desenvolveu.

::Via Kurumin::

  • outubro 2017

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