Não cheguei a comentar, aqui no blog, a descisão no passado recente (dois notebooks atrás) de experimentar usar o Windows 7.

Pois é, traí o movimento. :-) Por 10 anos utilizei o Linux. E ainda utilizo em algumas máquinas desktop. Mas nos meus dois últimos notebooks, acabei usando o software que veio. Primeiro, o espartano Windows 7 Starter. No mais novo, a versão Home Basic.

Não houve uma razão bombástica. Apenas que precisei colocá-los em uso na correria do dia-a-dia o quanto antes, e não me dispus a perder um tempão trocando SO e reconfigurando drivers. Até porque, mais com o anterior que com o atual, são notebooks modestos, componentes genéricos, que nem sempre têm bom suporte – por culpa dos fabricantes – ao Linux. Confesso que estava bem com Mandriva, exceto por um ou outro pau nas atualizações, rapidamente resolvido com uma busca nos fóruns.

Mas mudança de notebook sempre era traumática. Era sempre um tal de SiS (vídeo) que furava, ou o driver da câmera que dava pau. Sem falar na exigência maior de uso de softwares de editoração eletrônica e criação vetorial (Corel, Indesign etc), que acabava demandando uma mamobra danada em virtualização e/ou Wine e/ou perda de tempo em dual boot. Ah, sim, optei pelo caminho mais curto. Ao menos temporariamente.

E isso, se tem vantagens, também tem um custo. Por exemplo as recriações de ambientes de desenvolvimento Web (PHP, MySQL, Apache) são mais chatas. Funcionam. Não como no Linux, mas dão pro gasto. Neste momento, gasto menor que trocar o SO todo, é fato. E as personalizações. Sobretudo no primeiro note, que usava o Windows 7 Starter. São caminhos tortuosos, quando não dificultados (caso específico da versão Windows 7 Starter), o dó. Mas beleza, já me adaptei.

Só sinto falta mesmo é da facilidade de instalação de programas no linux, via urpmi ou apt-get. Era bem mais simples e direto.